Além de trazer doenças para os moradores, ratos e camundongos podem provocar até incêndios em casa.

Encontrar um roedor em casa ou no trabalho é sempre sinal de que há algo errado. Afinal, se há rato ou camundongo no local, certamente, é porque ele encontrou ao menos abrigo, água ou alimento ali.
Não bastassem os sérios prejuízos que os roedores podem trazer à saúde, pelas mais de 35 tipos de doenças que são capazes de transmitir, eles ainda trazem perigos que pouca gente imagina, como levar uma casa a pegar fogo.
Os ratos, por serem roedores, possuem apenas um conjunto de dentes pela vida inteira e seus dentes incisivos crescem cerca de 12 cm por ano. Para mantê-los em seu tamanho “normal”, esses mamíferos precisam desgastar os dentes diariamente. Fazem isso roendo os mais diversos tipos de objetos, como madeira, chumbo, cimento, tijolo e até mesmo plástico. E é aí que mora o perigo. Afinal, cabos elétricos muitas vezes são feitos de material plástico. Se forem roídos, podem levar a um curto-circuito e, até mesmo, provocar um incêndio.
Como saber se existe rato ou camundongo em casa ou no trabalho
Nem sempre é fácil identificar roedores em um imóvel, mas saber procurar por pistas já é um bom caminho. Algumas das mais importantes são:

  • Ruído dentro de sótãos, telhados e porões.
  • Manchas de gordura em canos, paredes, muros, vãos e outras partes altas.
  • Ração de animais e aves remexidas ou expostas (ração e sementes).

Encontrou um rato ou camundongo? Conte com a gente.
Se você suspeita que sua casa ou local de trabalho estão sendo visitados por ratos, melhor entrar em contato com a Insetan. Esse é um problema grave, mas simples de eliminar. Desde que, claro, você contrate uma empresa especialista no assunto.
Para isso, acesse nosso site ou entre em contato pelo  (31) 34323.2500

DESCUBRA AS CONDIÇÕES IDEAIS PARA O APARECIMENTO DE RATOS E SAIBA COMO EVITÁ-LOS EM CASA

Eliminar ratos não é uma tarefa fácil. Eles aparecem quando encontram as condições para a sobrevivência: água, comida e abrigo. Como muitas pessoas acumulam objetos em casa, sem saber, estão construindo um potencial criadouro de roedores.
Temidos pela maioria das pessoas, os ratos podem transmitir doenças por meio da urina, fezes e pelos
Já foram catalogadas mais de 200 enfermidades que podem ser transmitidas aos homens e animais domésticos por roedores. As mais comuns são a leptospirose, peste bubônica, tifo, salmonelose e hantavirose.
Para se livrar desses roedores, a primeira opção que nos vem a mente são as tradicionais ratoeiras. Apesar de apresentarem certa eficácia para capturar um rato ou outro, elas são, definitivamente, uma péssima ideia em casos de grandes infestações. Nesses casos, a melhor ideia, sem dúvidas, é confiar em profissionais para acabar com o seu problema, uma vez que manusear produtos químicos pode piorar a situação.
 
Leia: CHUMBINHO NÃO É EFICIENTE NO COMBATE A ROEDORES
 
A bióloga e especialista em controle de pragas e responsável técnica da Insetan, Viviane Avelar, diz que o mais indicado para manter os ratos longe de casa é não oferecer condições para que eles apareçam.
Ela sugere não deixar alimentos expostos, jogar o lixo em local adequado e evitar o acúmulo de qualquer material que não tenha mais utilidade para não criar abrigos para os ratos. O alimento dos animais de estimação também deve ser retirado durante a noite, pois, é nesse horário que os ratos saem para comer.
 
Leia: RATOS COMEM RAÇÃO DOS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Onde há um rato, há cinco

Já passava da meia noite, todos na casa dormiam. Quase todos. Havia pelo menos uma criatura acordada passeando pela casa e outra – no caso, eu – prestando atenção em qualquer movimento diferente. Estava alerta, mas bem disfarçado, fingindo que estava dormindo pra não levantar suspeitas. Tenho certeza de que ele estava andando de um lado para o outro, apenas procurando formas de me atormentar, mas me disseram que todo esse esforço em nos incomodar, faz parte da louca e desenfreada procura por alimento. DUVIDO! Há dias, esse animal me desafiava.
Nada discreto, o ser, que parecia ter menos de 30 centímetros, avançou para a sala onde estava a estante de livros. O que se seguiu foi uma verdadeira saga.
A partir do momento em que percebi o barulho das pequenas passadas daquele intrometido inconveniente, fiz questão de que todos na casa soubessem que estávamos sob ataque.
Eu já desconfiava que tínhamos companhia há algumas semanas, quando percebi alguns “presentinhos” que ele deixou na despensa. Só não sabia que era tão difícil me livrar dessa visita. Mesmo supondo que a população da casa tinha aumentado, não comentei sobre as minhas desconfianças com ninguém. Precisava ter certeza antes de causar todo um alvoroço.
Minha esposa estremece à simples menção da palavra “rato”. Quando passamos na porta de qualquer loja de animais que tenha algum hamster na vitrine, ela já se arrepia e fala: “como alguém, em sã consciência nesse mundo, tem coragem de pagar pra levar um monstro desses pra casa”. Só com isso dá pra perceber do que estamos falando. Se eu contasse para ela que eu achei vestígios de ratos na despensa, em menos de 5 minutos, ela estaria de malas prontas tirando o carro da garagem indo em direção à casa da minha sogra.
A vassoura já estava atrás da porta do quarto para qualquer emergência noturna. E estávamos passando por uma naquele momento. Não poderia permitir que aquele pequeno intruso chegasse aos meus preciosos livros. Levantei, peguei a vassoura e aproveitei para me preparar para a guerra que estava prestes a estourar. Vesti as calças e coloquei as barras para dentro do sapato para evitar outros transtornos. Fechei a porta e fui para a batalha.
Lá estava ele, encurralado. Entre a cruz e a espada, digo, entre a prateleira de livros, a parede e a vassoura. Quando levantei a vassoura ele correu para debaixo da estante. Fechei os olhos e as vassouradas começaram. Também comecei a sapatear (mas essa parte não costumo contar pra todo mundo).
Nunca poderia presumir que, daquele tamanho, o bichinho pudesse se espremer tanto para entrar numa fresta de menos de 2 centímetros. Nem a física, tampouco Freud explicam isso. Um minuto depois já tinha retirado mais de 30 livros do lugar para poder arrastar o móvel e, quando o encontrei, foi como se achasse uma nota de cem reais esquecida no bolso do paletó que não vestia há mais de 1 ano. O Vade Mecum da minha filha virou a arma, mas é claro que ele sobreviveu. Não abaixa a cabeça para as próprias leis da física, quanto mais para as leis brasileiras.
A esta altura, já escutava um chinelo arrastando pelo corredor e a voz sonolenta e assustada da esposa: “o que está acontecendo? Ficou doido, é?” Meu tempo estava acabando. O problema deveria ser resolvido já. Arrastei a estante e lá estava ele, bem no rumo, o desespero foi tanto que empurrei a estante para amassá-lo e consegui. Escutei o gritinho, mas o bicho é esperto.
Quando o grito parou, pensei que tinha capturado a praga, mas o danado já estava escalando a parede, perto do teto, olhei e vi que ele estava dando gargalhadas me olhando todo suado lá de cima. De raiva, peguei os livros, levei pro quarto e fechei a sala. Um banho também era necessário, amanhã o dia seria longo e começaria logo cedo.
Nessa hora, percebi que a medrosa já estava na cozinha comendo chocolate de tão aflita. Fomos dormir.
Às 7 em ponto, o telefone já estava na mão, 3423-2500…
“Alô, preciso que venham urgentemente na minha casa me livrar de ter meu estado civil alterado”, supliquei para a atendente. “Acalme-se, senhor”, a telefonista pediu. Ela já deve estar acostumada com esse tipo de desespero matutino, presumo. “De que infestação estamos falando?”, ela perguntou. “É uma infestação de um rato”, respondi. Em menos de uma hora, já tinha um técnico fazendo outras perguntas lá em casa. Depois de meia dúzia de questionamentos, o caça-ratos retirou outra meia dúzia de apetrechos da bolsa e os instalou.
“Duvido que isso solucione o problema”, questionei. “Esse rato é o demônio! Estou caçando ele há mais de uma semana”. Iscas, armadilhas e uma frase estranha: “você precisa ter paciência, vamos pegá-los”. “Eles?”, perguntei. “Sim, os ratos são animais bem sociáveis, eles vivem em colônias e saem de seus esconderijos para buscar alimento para toda a família. Junto deste que você viu ontem, devem haver pelo menos outros cinco”, explicou o técnico.
Bom, quanto ao desfecho da história, não tenho muito a dizer. A não ser pelo trabalhão que deu organizar todos os livros de volta na prateleira. Nunca mais vi sombra de rato algum. Quanto à minha doce esposa, reagiu bem à situação, mas ainda não pisa na tal sala.
 

Infestações em condomínios, o pesadelo de todo síndico

Tudo começa com ocorrências isoladas. Uma barata por aqui, uma formiguinha por ali e, em pouco tempo, temos moradores perto de um ataque de nervos, propondo soluções mirabolantes que provavelmente não vão solucionar o problema.
Nos condomínios, as áreas comuns nem sempre recebem a atenção devida e quando a administração detecta a presença das pragas, a situação já pode estar num estágio avançado, colocando em risco o patrimônio e a saúde dos condôminos.
Nestes ambientes, as pragas mais comuns, de acordo com o portal especializado em administração de condomínios, SindicoNet, são os insetos rasteiros, como baratas e formigas, além de pombos, ratos e cupins.
Ainda de acordo com o site, a melhor maneira para evitar as dores de cabeça é a prevenção, sobretudo das áreas comuns.
Como proceder em casos de infestações
Uma vez tomado pelas pragas, é essencial que o condomínio confie a tarefa de exterminá-las a profissionais qualificados e que tenham experiência no controle de pragas nesses ambientes. A forma mais adequada e os produtos utilizados vão depender do tipo de infestação que será controlada.
Para que os resultados sejam ainda mais eficientes, é indispensável a colaboração dos moradores, realizando ações de prevenção e higienização dentro dos apartamentos. Ações de educação ambiental podem ser bastante úteis para garantir o sucesso da operação. Caso existam focos de proliferação de pragas dentro de uma residência e esta não for tratada, os efeitos do controle periódico não serão sentidos. Na maioria das vezes, estes animais são atraídos por lixo, comida e entulhos. Portanto, os moradores devem ter cuidados, como por exemplo, manter as residências limpas, não acumular objetos que não são mais usados, além de condicionar e fechar o lixo doméstico.

Predadores naturais de ratos, os gatos podem ser infectados por doenças e as transmitirem para seus donos

Os gatos adoram caçar e possuem instintos muito refinados que envolvem todo planejamento da perseguição e a hora perfeita para atacar suas presas.
Guiados por seus instintos, cedo ou tarde seu gato de estimação pode aparecer em casa todo orgulhoso mostrando sua caça como um troféu. E é justamente aí que está o perigo. Isso porque é bastante provável que esses ratos estejam carregados com substâncias nocivas.
Segundo a médica veterinária Ana Paula Silva Oliveira, o contato com esses animais pode transmitir doenças graves como a toxoplasmose e a leptospirose, que passa dos roedores para os felinos e pode, ainda, ser transmitido para os seres humanos.
Boris, o gato da foto, foi infectado duas vezes por toxoplasmose. Sua dona relata ao site americano thenest que, com frequência, ele levava para casa os ratos que caçava na rua. A doença progrediu e provocou uma Uveíte, doença inflamatória que afeta algumas estruturas internas do olho.
Como se não bastasse o pobre felino teve um glaucoma, por causa da falta de tratamento específico. Hoje em dia, Boris não sai mais de casa e, por causa de todas essas doenças, ele não consegue enxergar como antes.
Embora a maioria dos gatos possa contrair a toxoplasmose em um momento ou outro da vida, a reação usual é leve. No entanto, a experiência de Boris evidencia os riscos que animais de estimação são expostos ao contraírem essas doenças. A veterinária ressalta que, tanto a toxoplasmose quanto a leptospirose podem ser transmitidas aos seres humanos também. “Se contaminados, os gatos e outros animais de estimação também podem passar a enfermidade para o dono. A transmissão pode ser feita por meio de mordidas”, alerta.
Se você busca uma forma de eliminar de vez os ratos de casa, talvez possa utilizar outras técnicas, uma vez que gatos não são a forma mais eficaz de se livrar desses roedores, como explica a bióloga especialista em pragas urbanas, Viviane Avelar. “Não existem garantias de que o gato capture todos os ratos do ambiente. Uma empresa especializada vai tomar os cuidados necessários e utilizar os produtos apropriados para o controle da praga”, avalia.

Preciso sair da minha casa durante a desratização?

Dúvida:
Estou com problemas de ratos dentro de casa e contratei uma desratizadora. Gostaria de saber se os produtos químicos usados no processo, como Brodifacoum, são prejudiciais à saúde com a gente dentro de casa durante o procedimento.
Pergunta enviada por João, de São Paulo.

Rato preto é da espécie residente e se abriga nos telhados.

Resposta:
O serviço de desratização pode sim ser realizado com as pessoas dentro do ambiente, uma vez que o processo consiste na colocação de iscas em locais específicos e estratégicos para consumo dos roedores. A morte das pragas acontece após sete dias em média.
Importante ressaltar que a empresa contratada tenha alguns cuidados com animais de estimação e crianças, colocando as iscas em locais inacessíveis a estes, de modo a evitar o consumo acidental.

Saiba como combater os ratos de forma efetiva

Nos últimos meses circulou pela internet uma receita caseira para matar ratos, que consistia em colocar feijão cru moído como isca para os roedores – o pó, que é tóxico, mataria as pragas ao ser ingerido. Essa e outras tantas maneiras amadoras de acabar com os ratos não são recomendadas por especialistas, que insistem em afirmar a ineficiência dessas técnicas. Então como fazer para combater os roedores?
Em uma reportagem publicada no site de notícias UOL o veterinário sanitarista e mestre em saúde pública, Constâncio de Carvalho Neto, explica que o primeiro passo é identificar o tipo de espécie que invadiu sua casa. Existem duas: as residentes, como o camundongo e o rato preto que se abrigam no interior das casas e nos telhados; e as não residentes, como as ratazanas que vivem nos esgotos ou em tocas subterrâneas de terrenos baldios.

Rato preto é da espécie residente e se abriga nos telhados.
Rato preto é da espécie residente e se abriga nos telhados

Depois de identificar a espécie, o veterinário recomenda que a pessoa descubra de onde eles estão vindo, onde fizeram ninhos (no caso dos residentes) e as fontes de alimentos que facilitam a permanência dessas pragas. Além da prevenção, é fundamental manter o ambiente limpo. O farmacêutico bioquímico Eduardo Sayegh recomenda, por exemplo, que o lixo seja muito bem embalado e colocado na rua em horário próximo ao da coleta, a fim de que não fique exposto por muito tempo e atraia pragas urbanas. Para quem tem animais de estimação o especialista recomenda não deixar restos de ração nos vasilhames, que devem ser esvaziados e lavados todas as noites para evitar que o resto de alimento dos bichos seja um atrativo para os roedores.
Além das dicas acima, os especialistas recomendam o combate profissional aos ratos. Evite as receitas caseiras como o chumbinho (cuja venda inclusive é proibida em todo o país por ser extremamente tóxico) e outros venenos improvisados. As pessoas podem recorrer aos raticidas vendidos em supermercados, mas a recomendação dos profissionais entrevistados na reportagem é unânime: para um controle efetivo a melhor alternativa é contratar uma empresa séria, que execute um trabalho de desratização coordenado por profissionais especializados e comprometidos. Então se você estiver precisando de uma ajuda para combater os ratos e outras pragas em sua casa ou empresa, não pense duas vezes: chame a Insetan!
chumbinho
O chumbinho é um veneno muito tóxico e sua venda é proibida no Brasil

Devemos fazer controle de pragas em áreas rurais?

A resposta é sim!

Muitas vezes viajamos para sítios, fazendas ou chácaras para descansar nos feriados e finais de semana com nossa família. E é nessa hora que devemos nos atentar para um problema que muitas vezes nem nos lembramos: os roedores silvestres e rurais. Essas pragas podem estar contaminadas com o Hantavirus, causador de uma doença chamada hantavirose, que é uma zoonose. Os roedores que transmitem essa doença são: Akodon spp, Bolomys lasiurus e Oligoryzomis sp. Os ratos que vivem na área urbana, como camundongos, ratazanas e ratos de telhado, não transmitem essa doença.

Bolomys lasiurus
Bolomys lasiurus – um dos transmissores do Hantavirus

A transmissão da hantavirose ocorre quando o homem compartilha os mesmos ambientes dos roedores. Os ratos infectados armazenam o vírus na urina, fezes e/ou na saliva por muito tempo, provavelmente por toda a vida, sem serem acometidos pela doença. A infecção humana pode ocorrer a partir da inalação da saliva ou dos excrementos infectados, que dessecados, misturam-se no ar que respiramos.  Este é o modo mais comum de contaminação, porém pode-se infectar ao levar a mão à boca ou ao nariz após ter tocado a carcaça de um animal infectado ou materiais contaminados, também através do contato direto da pele danificada e da conjuntiva com estes materiais e, provavelmente, pela ingestão de água e alimentos contaminados. A mordedura de roedores infectados pode também transmitir o vírus armazenado na saliva.
Como se proteger?
Ao chegar a casas, galpões ou qualquer outro lugar que ficou fechado por certo tempo a primeira providência deve ser abrir portas e janelas para arejar o ambiente. Nunca varrer o local de imediato, pois isso provocará uma nuvem de poeira que pode estar contaminada pelo hantavirus.

Hantavirus

Portanto, após arejar o local recomenda-se, antes de iniciar a limpeza, que se faça uma desinfecção do ambiente com detergente, álcool ou solução de hipoclorito (3 colheres de sopa de água sanitária para 3,5 litros de água), pois destroem o hantavirus.
Sintomas
Na sua forma pulmonar os primeiros sintomas percebidos são: febre alta, mal estar, indisposição, inapetência, dificuldade respiratória, dores musculares e dor de cabeça. É preciso ficar atento pois esses sinais podem ser confundidos com o de uma gripe forte. Pode ocorrer também hipotensão e choque.
Na forma renal a hantavirose apresenta inicialmente intensa cefaléia, febre, calafrios, hiperemia das conjuntivas (aumento de sangue na mucosa do olho) e, geralmente, falta de apetite e vômitos.
O período posterior à manifestação dos sintomas é caracterizado por oligúria transitória (diminuição do volume de urina) e hemorragias conjuntivais. O óbito pode ocorrer em sequência após um período prolongado de choque, por hemorragias, com complicações cerebrais e pulmonares, ou em decorrência de insuficiência renal.
Não existe vacina contra a hantavirose e é feito tratamento suporte e sintomático. Em virtude disso o controle de pragas nas áreas rurais deve ser feito sim, pois essa é uma forma de prezarmos pela nossa saúde, de nossos familiares e amigos.
Texto escrito por Felipe Drummond De Marco (Medicina Veterinária – Departamento Técnico da Insetan)

Cuidados no inverno evitam a infestação de ratos

O inverno é uma estação que precisamos tomar cuidados. Os ratos são pragas urbanas que aparecem justamente nesse período procurando lugares para se abrigar e arranjar comida. O clima frio é mais propenso para a infestação. Os roedores invadem casas na busca de locais quentes e com uma boa oferta de alimentos, assim, tomam o local para morar e procriar. Continue lendo “Cuidados no inverno evitam a infestação de ratos”