Dedetização Insetan Dedetizadora

Evite a proliferação do mosquito da dengue

Verdade seja dita: qualquer local em que se possa acumular água parada é um potencial multiplicador de focos do mosquito da dengue. O Aedes aegypti pode desenvolver em caixas d`água mal vedadas, garrafas, pneus, pratos de plantas, latas vazias, cacos, plásticos, calhas, piscinas sem tratamento, lixo acumulado em geral. Ou seja, são muitas as chances de termos em casa vários criadouros dessa praga. Então, já sabe onde está o perigo maior, não?
É sabido que 90% dos focos do mosquito sejam domésticos. As armadilhas e as soluções como velas de citronela e repelentes apenas mantêm os animais afastados por tempo e alcance restritos e determinados. Para evitar ou eliminar a proliferação do mosquito, troque a água dos pratos das plantas uma vez por semana ou encha-o de areia. É importante lavá-lo bem para retirar os ovos. O mesmo vale para qualquer outra superfície que acumule água.
Pneus devem sempre ser mantidos secos e cobertos, latas de lixo muito bem tampadas e vasilhas, garrafas, latas e demais recipientes com a boca virada para baixo. Além disso, é fundamental ressaltar o importante papel de uma dedetização feita por uma empresa confiável e uma equipe altamente qualificada.

FORMIGAS – ATÉ QUE PONTO ESSES INSETOS DEVEM SER COMBATIDOS?

Texto do Biólog Insetan José Júnio Silva
 
Com exceção dos círculos polares o número de insetos é expressivo em todo mundo,
mas para muitos essa informação ainda é pouco conhecida. As formigas está entres
os insetos mais populares entre as pessoas, isso porque frequentemente encontramos
elas “passeando” sob mobiliário, utensílios, eletrodomésticos, etc. Estudos estimam
que as formigas apesar de pertencerem a uma única família (Hymenoptera)
representam entre 30 e 50% da biomassa animal de toda floresta amazônica, além de
apresentarem cerca de 13.000 espécies distribuída em todo mundo.
Todas as formigas, assim como algumas vespas, abelhas e cupins são insetos
eusociais, isto é, apresentam divisão de trabalho em sua colônia, assim é possível
observar indivíduos que trabalham na manutenção e proteção da colônias, indivíduos
que cuidam da prole e indivíduos jovens que cuidam dos indivíduos mais velhos.
Algumas formigas adaptadas a viver nos ambientes urbanos provocam desde
incômodos através de picadas até agravos a saúde, uma vez que transportam
passivamente microrganismos em seu corpo. Diversos estudos relacionados a
mirmecofauna (fauna de formigas) apontam que elas desempenham diversas funções,
como dispersar sementes, reciclar nutrientes e herbívoria da vegetação. Quando
instaladas em residências, industrias, comércios e hospitais as formigas provocam
prejuízo econômico pois comprometem mobiliários, danificam eletrônicos e atacam
matéria prima além de atuar passivamente como agente veiculador de
microorganismos patogênicos.
O controle de formigas varia de acordo com a espécie envolvida, do tipo de infestação
e da localização do ninho. A identificação da espécie auxilia no controle e facilita o
encontro do ninho. Uma vez localizado o ninho, este pode ser eliminado com o uso de
inseticida líquido ou aerossol convencional.
Quando constatado a presença das formigas essas devem ser controladas
rapidamente por profissionais treinados, pois a inexperiência pode aumentar o nível da
infestação. Matar as formigas, que são vistas forrageando, com inseticidas em forma
de aerossol dificilmente resulta em bons resultados; ao contrário, na maioria das
vezes, propicia a fragmentação das colônias provocando aumento da infestação.
Iscas atrativas compostas de inseticida produzem ótimos resultados; no entanto, o
ingrediente ativo deve ter baixa concentração e não deve matar por contato. O objetivo
destes produtos é que as formigas operarias carreguem a isca e depois, distribuam
para os demais membros da colônia.
Alguns cuidados podem ser tomados a fim de se evitar a presença das formigas, tais
como: não deixar migalhas de doces, pães e biscoitos pelo chão, fechar bem os
alimentos, eliminar fendas e frestas as quais podem ser utilizadas como ponto de
nidificação.
 
 
Referências:
Zarzuela M. F. M., Ribeiro M. C. C., Campos-Farinha A. E. C. Distribuição de formigas
urbanas em um hospital da Região Sudeste do Brasil. Arq. Inst. Biol. 69 (1): 85-7.
2002;
BACCARO F. B. et. al. Guia para os gêneros de formigas do Brasil. Editora INPA,
Manaus, 2016.
Bueno O., C., Campos-Farinha., A E C (1998) Formigas urbanas: comportamento das
espécies que invadem as cidades brasileiras. Rev. Vet. Pragas 2: 13-16.

Quanto tempo vive um mosquito?

Os mosquitos são aqueles insetos insuportáveis que cismam em rondar o ouvido enquanto as pessoas tentam dormir em uma noite de calor.
Apesar de muitas noites em claro na tentativa de matar estes animais, poucas pessoas conhecem seu ciclo de vida e os motivos deste inseto ser atraído pelos humanos. Portanto, confira a seguir.

O ciclo de vida do mosquito

A duração de sua vida depende de alguns fatores como a umidade, a temperatura, o sexo e a época do ano. Os machos vivem aproximadamente uma semana enquanto as fêmeas duram até um mês.
O mosquito passa por quatro etapas:

Ovo

A fêmea bota os ovos durante a noite na água, eles permanecem flutuando durante 48h e se tornam larvas.

Larva

dedetizadora em belo horizonte Insetan

As larvas vivem na água e respiram graças a uma espécie de tubo ligado à superfície, chamado de sifão. Elas mudam de pele até torná-la quatro vezes maior que seu tamanho original e se alimentam de microorganismos e de matérias orgânicas da água. São vulneráveis a temperaturas baixas pois possuem o sangue frio. Este processo dura uma semana.

Pupa

A pupa não se alimenta, só repousa. É o ultimo estágio antes do mosquito se tornar adulto e este processo dura aproximadamente dois dias. Após este tempo, a pupa se abre e o mosquito “nasce”. Durante esta etapa, o mosquito tem um corpo curto e curvado, com uma grande cabeça e nadadeiras.

Mosquito adulto

O adulto descansa por um tempo na superfície da água para se secar e enrijecer as asas. Os mosquitos possuem dois olhos enormes, seis patas, duas asas e um tórax.

Por que os mosquitos picam?

Existem mais de 2500 espécies diferentes de mosquitos no mundo inteiro. Entretanto todas precisam de água para completar seu ciclo de vida. O tipo de água em que a larva é gerada provavelmente determinará o tipo de mosquito.

dedetizadora em belo horizonte Insetan

Apenas as fêmeas adultas picam os humanos e animais, enquanto os machos se alimentam de nutrientes de vegetais. Isso se deve à necessidade de sangue para poder gerar os ovos, do contrário, poderá morrer sem botar. A busca pelo sangue é realizada na noite durante duas horas. É o dióxido de carbono que exalamos e o ácido láctico no nosso suor que atraem os mosquitos. Para nos picar, as fêmeas usam uma tromba dentada e também injetam um anticoagulante e um analgésico, cujo efeito dura pouco tempo.
Infelizmente, as fêmeas que nos picam são as que mais vivem e se estima que estes insetos estão no nosso planeta mais de 200 milhões de anos.

Fonte: http://www.vix.com/pt/bbr/156/quanto-tempo-vive-um-mosquito

Cuidado! Pessoas com sangue tipo O devem ter preocupação extra com mosquitos

Existem diferentes fatores que nos deixam mais atraentes para os mosquitos. Alguns destes fatores podemos controlar (cores da roupa, por exemplo); outro, não. Estamos falando do nosso tipo sanguíneo. Você sabia que um tipo específico é mais atraente para estes insetos chatos e sugadores de sangue?

Tipo sanguíneo que atrai mais mosquito

Estamos falando do tipo O. Se o seu sangue tem este tipo, é bem provável que você sofra mais com as picadas do que amigos e parentes dos tipos A ou B. Desde o começo dos anos 70, cientistas vêm mostrando por experiências simples, como colocar voluntários de tipos sanguíneos diferentes em contato com centenas de mosquito, que os de tipo O atraem mais estes insetos.

Ainda não se sabe ao certo o porquê desta preferência dos pernilongos por pessoas de sangue tipo O. É provável que tenha a ver com a quantidade de sacarídeos (açúcares) eliminados pela pele.
Portanto, se o seu sangue é do tipo O, melhor se prevenir e caprichar no repelente.

Do que mais o mosquito gosta?

Outro fator comprovado pela ciência é que consumir cerveja também deixa a pessoa mais atraente para os mosquitos. E não precisa ser muita breja, não! Apenas uma latinha já é o suficiente para os pernilongos irem pra cima!

 Acreditava-se que isso se devia ao maior nível de açúcares eliminados por quem consome a bebida, ou mesmo por um discreto aumento na temperatura corporal, mas estes fatos ainda não foram comprovados.

Além da cervejinha, o uso de roupas escuras também deixa a pessoa mais “apetitosa” para os mosquitos. Recomenda-se o uso de roupas brancas, especialmente por mulheres grávidas (cuja temperatura corporal fica ligeiramente acima do normal, um outro fator de atração para os mosquitos).

A prática de exercícios físicos também é atraente para picadas. Afinal, ao se exercitar, a pessoa sua, fica mais quente e elimina mais dióxido de carbono pela respiração. Tudo isso é um prato cheio para o “radar” destes insetos.
 
Fonte: http://www.vix.com/pt/ciencia/535673/cuidado-pessoas-com-sangue-tipo-o-devem-ter-preocupacao-extra-com-mosquitos

Carrapatos espantam usuários do Parque Ecológico da Pampulha

A suspeita de mais casos na capital deixa o espaço ainda mais vazio, em especial as áreas destinadas aos brinquedos infantis e o imenso gramado

 
A turma de praticantes de tricking, esporte que mistura artes marciais, ginástica e elementos de dança de rua, já foi bem maior – chegou a 40, com moradores de Belo Horizonte e cidades vizinhas. Mas, nos últimos dias, o grupo que se reúne há oito anos, aos domingos, no Parque Ecológico Promotor Francisco José Lins do Rêgo Santos, na Pampulha, ficou reduzido a no máximo oito pessoas. O motivo é um só: medo do carrapato-estrela, infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii, da febre maculosa, que causou a morte de um menino de 10 anos que visitou a unidade de conservação municipal.
A suspeita de mais casos na capital deixa o Parque Ecológico ainda mais vazio, em especial as áreas destinadas aos brinquedos infantis e o imenso gramado. De acordo com a Fundação Zoo-Botânica de BH, a frequência caiu drasticamente. Nos domingos, o número de visitantes despencou. Embora a instituição não tenha os dados referentes a sábado e a ontem, era visível a fuga dos frequentadores. “Ontem vim aqui e vi aproximadamente 40 pessoas”, contou o comissário de voo Lucas de Oliveira, de 29 anos, praticamente apaixonado do tricking.
“Estamos tomando os mesmos cuidados de sempre: não ficando sob árvores ou sentados na grama, treinando de calça comprida ou usando roupas brancas. É importante também examinar o corpo a cada duas horas”, disse o enfermeiro Glaucius Marcus, de 30.
“Não tenho mais coragem de trazer meus filhos para brincar aqui. Venho sozinho”, disse o projetista Romulado Reis, de 45, ao lado dos amigos e trickers Felipe Rafael, guarda municipal, Pedro Falcon, estudante de geologia, Johnathan Henrique da Cruz, técnico em informática, e Bruno de Oliveira Brandão, estudante.
PREVENÇÃO Curtindo o lazer de domingo, a engenheira civil Michelle Bueno, de 30, moradora do Bairro Castelo, na Região da Pampulha, costuma pedalar ao lado da mãe, a esteticista Luciene Brandão. No entanto, desde que as duas souberam da morte do menino, decidiram não passear mais com crianças ou animais no local. “Tenho um neto de 1 ano e não tenho coragem de trazê-lo mais, o que é uma pena”, disse Luciene.
Para Luciene e Michelle, informação e prevenção são fundamentais para evitar qualquer surpresa desagradável. “Seria importante ter funcionários orientando quem está no parque. Não vi ninguém distribuindo folhetos”, disse a engenheira.“A prefeitura precisa tomar providências urgentes”, acrescentou Michelle.
Pai de um menino de 5 anos, o analista de departamento pessoal Thiago Héverton Bodevan, de 29, morador da Região do Barreiro, também costuma pedalar e se exercitar no parque, mas agora com mais atenção. “Não venho mais com meu filho, muito menos com minha mulher, que está grávida”, afirmou Thiago, que gosta do espaço para andar de bike e para relaxar. “Costumo ir para a roça desde criança, estou acostumado com carrapato, mas quando há morte fica complicado”, disse o analista, que já viu as placas com a figura do bichinho e alertas.
SEM SABER Enquanto alguns frequentadores se preocupam, outros ainda não conhecem os riscos. “Não estava sabendo da morte desse menino, não. Sempre corro aqui no parque, gosto muito desse espaço. De hoje em diante, vou ficar atenta ao perigo”, disse a estudante Gabrielle Marcelle Freitas da Silva, de 19, moradora do Bairro Glória, na Região Noroeste da cidade.
Para outros, o clima é de exagero. Sentados com tranquilidade num banco próximo à área de brinquedos, os amigos Thiago Oliveira, de 20, morador de Contagem, na Grande BH, e Glauce Kelly, de 17, do Bairro Ouro Preto, na Pampulha, não se mostravam muito preocupados. “Desde criança venho aqui para brincar, soltar papagaio. Parece que ‘tocaram o terror’ com essa situação”, comentou o jovem. Glauce também pensa assim e ambos concordam que a prevenção e ações eficazes, como a aplicação de carrapaticidas, são melhor remédio.
 
Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2016/09/19/interna_gerais,805385/carrapatos-espantam-usuarios-do-parque-ecologico-da-pampulha.shtml

Formigas podem transmitir doenças em hospitais, alertam estudos da UEMS

Estudos realizados pelo Laboratório de Ecologia Comportamental (Labeco), da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), revelaram que as formigas em hospitais podem transmitir doenças aos pacientes. De acordo com o levantamento, o problema é que, com trânsito livre, elas podem transmitir doenças aos pacientes.

As pesquisas foram realizadas em quatro hospitais do Estado, nas cidades de Ponta Porã, Dourados, Ivinhema e Batayporã. Em todos os setores dos hospitais foram encontradas formigas, desde o hall de entrada até a própria Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e as salas de operação.

Para o professor William Fernando Antonialli Junior, coordenador do Labeco da UEMS, além das formigas, pessoas que circulam no ambiente hospitalar e até outros insetos podem transmitir doenças. “O problema maior que envolve as formigas é que elas transitam nestes ambientes em maior número e servem como vetor de micro-organismos patógenos, bactérias e fungos, ou seja, elas carregam micro-organismos de fora para dentro e entre os setores do hospital. Diferente de uma pessoa, ela não passa por nenhuma assepsia e circula livremente pelos ambientes”, explicou.
“Em todos os pontos que instalamos iscas nós conseguimos encontrar uma diversidade e abundância significativa de formigas. E nelas, por exemplo, foram encontrados alguns fungos e bactérias que em contato com feridas ou outra porta de entrada do organismo, podem causar infecções graves e levar a óbito, sobretudo uma pessoa que já está na UTI debilitada”, disse Antonialli Junior.
As formigas que habitam nas cidades – em casas, prédios e até em hospitais – são chamadas de formigas urbanas. Segundo o professor, a presença delas no ambiente não quer dizer que falte higiene, pois o próprio uso de produtos de limpeza, como os que utilizam eucalipto, atraem as formigas.
“Não é necessariamente o fato de ela estar lá que o ambiente é sujo ou que a própria formiga é suja, pois ela carrega micro-organismos como nós carregamos. Então não tem jeito, é um problema que os hospitais precisam lidar frequentemente fazendo dedetizadão ou instalando iscas com especialistas, que amenizam a frequência com que elas ocorrem, mas elas vão sempre estar lá, só o que dá para fazer é amenizar o número e frequência de suas visitas”, esclareceu.
O cuidado com o lixo hospitalar também é importante – conforme o professor – pois muitos insetos e até ratos são atraídos por ele. “Está tudo associado, porque se não cuidam bem do lixo uma formiga, por exemplo, que transita em uma agulha infectada pode levar o micro-organismo daquele lixo para dentro da sala de cirurgia ou da UTI”, finalizou.
 
Fonte: http://www.campograndenews.com.br/cidades/interior/formigas-podem-transmitir-doencas-em-hospitais-alertam-estudos-da-uems

Chikungunya é a principal ameaça do próximo verão

Especialistas alertam necessidade de combater o Aedes aegypti

É inverno e pouco se ouve falar do mosquito Aedes aegypti. Mas não deveria ser assim. Até porque, segundo especialistas, há indícios de que o verão trará a chikungunya para o Sudeste. Ela é uma das três doenças transmitidas pelo mosquitinho, ao lado de dengue e zika.

O médico epidemiologista João Bosco Siqueira acredita que isso irá acontecer no próximo verão, levando em conta o perfil de disseminação dos vírus pelo Brasil. “Houve transmissão de zika muito importante no Nordeste no ano passado. Neste ano, teve chikungunya, enquanto que, no Centro-Oeste e no Sudeste, este foi o nosso ano de transmissão de zika. Seguindo o mesmo caminho, devemos ter transmissão de chikungunya no Sudeste em 2017”, analisa o especialista, que é professor da Universidade Federal de Goiás.

Mesmo com registros pouco alarmantes de zika no Estado, João diz que a subnotificação da doença é grande. “Tem muita zika sendo notificada como dengue. É difícil você interpretar os dados de 2016 da própria vigilância de dengue, porque tem muita coisa de zika ali”.

Ao contrário da zika, a chikungunya tem sintomas fortes, com febre acima de 39°C e dores intensas no corpo, o que preocupa a saúde pública. Tanto que o secretário de Saúde do Estado, David Uip, disse nessa semana que a chikungunya trará “mais morbidade do que causaram zika e dengue”.

João concorda: “Muitas pessoas chegarão ao mesmo tempo às unidades de saúde com a chikungunya”. É por isso que os cuidados com o controle do Aedes aegypti não podem parar fora do verão, lembra a infectologista Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “O vetor não vai embora. Ele fica o tempo todo, só que tem condições melhores pra se reproduzir no verão. Falar de prevenção só no verão não vai dar certo”.

Ela atribui o baixo número de casos neste ano à preocupação da população com a síndrome congênita do zika, sendo a microcefalia uma das manifestações.

Rosana ressalta que dengue, zika e chikungunya são perigosas. “Cada uma tem sua característica, mas todas são bastante problemáticas do ponto de vista de causar danos”.

Vacinas

Disponível na região desde o início de agosto, a vacina contra a dengue está tendo baixa procura nas clínicas particulares. A Tribuna telefonou para quatro empresas e, em todas, recebeu a informação de que pouca gente está se vacinando.

O preço pode ser um empecilho, já que cada dose não sai por menos de R$ 275,00 e são necessárias três aplicações, uma seis meses depois da primeira e a terceira após um ano.

Diretora estratégica de dengue da Sanofi Pasteur, laboratório criador da vacina, a farmacêutica Amanda Pinho diz que a vacinação deve começar agora, pra que as pessoas estejam protegidas no verão. “Para ficar protegido, é preciso se vacinar antes, porque a vacina leva 28 dias pra gerar a proteção”.

Conforme a Sanofi, a vacina tem eficácia de 66% contra os quatro sorotipos da dengue e reduz em 93% os casos graves. Para Amanda, a vacina pode ajudar na meta da Organização Mundial da Saúde de reduzir os casos em 25% e o número de mortes em 50% até 2020. “Mas as medidas de controle ao mosquito seguem efetivas”.

Fonte: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/chikungunya-e-a-principal-ameaca-do-proximo-verao/?cHash=66789c4e77229d9f08dc52bb782a1cda

Consumidores encontram alimentos com insetos, lesmas, pulgões e vidro

A crescente quantidade de denúncias de consumidores acompanha a proliferação de bichos e outros corpos estranhos encontrados em alimentos fabricados no país. A número médio de denúncias sobre problemas com produtos, feitas por meio do número 1746, da Prefeitura do Rio, varia entre 500 a 600 queixas por mês. De acordo com a Subsecretaria de Vigilância e Fiscalização Sanitária (Subvisa), somente este ano, foi necessário realizar testes em 53 amostras. Pelo menos 23 delas (cerca de 40%) foram consideradas insatisfatórias pelo Laboratório de Controle de Produtos.
A maioria dos produtos é descartada sem a necessidade de uma avaliação técnica, por conterem matérias estranhas vista a olho nu. Por conta dessas irregularidades, o EXTRA traz o ranking de produtos com as maiores ocorrências de reprovação (veja ao lado). Os itens apresentavam fragmentos e excrementos de insetos, micropedaços de vidro, ácaros, larvas mortas, lesmas vivas, pulgões e até terra.
— Um terço das denúncias tem a ver com a qualidade dos alimentos. Outras são sobre higienização dos estabelecimentos comerciais e problemas de armazenamento sob temperaturas inadequadas. E a grande maioria é procedente —contou Luiz Carlos Coutinho, coordenador técnico de alimentos da Subvisa.
Susto no trabalho
O desenvolvedor de software João Paulo Santos Silva, de 29 anos, teve uma surpresa desagradável ao abrir a embalagem de uma barrinha de cereais para aplacar a fome no fim do expediente. Mas se deparou com uma larva viva.
— Ao dar a primeira mordida, percebi que não estava crocante. Foi muito nojento. Se a consistência da barra estive boa, eu teria comido tudo sem perceber — disse João Paulo.
Procurada, a fabricante culpou o armazenamento inadequado do ponto de venda e enviou uma caixa com novas barrinhas, mas o cliente decidiu não comer o produto.
— Nem todas as empresas se preocupam com as normas sanitárias. Mas, às vezes, a fabricante do alimento adota as medidas, mas a responsável pela embalagem é negligente, o que compromete o resultado — disse o proprietário do Pro Lab biotecnologia, Ruy Bravo.
Protocolos internacional são utilizados no Brasil
Apesar da repugnância dos consumidores ao saber que a presença de insetos é tolerada em alimentos, os parâmetros e as normas de segurança alimentar adotados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estão apoiadas em protocolos internacional.
— Não é uma invenção da Anvisa. Na Alemanha, é a mesma coisa. A questão é saber se a empresa está obedecendo as regras. Na água, por exemplo, há um índice permitido de coliformes fecais, que não é prejudicial à saúde. Isso muda com a utilização de produtos. A água destinada a pacientes que fazem hemodiálise deve ser puríssima — disse Ruy Bravo, proprietário do laboratório ProLab Biotecnologia.
Apesar do argumento de que dependendo da concentração e da utilização dos produtos certos materiais não são considerados prejudiciais à saúde humana, técnicos criticam a tolerância no Brasil.
— As empresas alegam que quando colhem o tomate não há como separar o pelo de rato, o fragmento de inseto. Eu sou de opinião de que deveria haver tolerância zero. Mas o órgão regulador é a Anvisa, e temos que acatar. Assim mesmo, muitos produtos têm irregularidades acima do limite permitido — afirmou Luiz Carlos Coutinho, coordenador técnico de alimentos da Subvisa
Tolerância pode gerar riscos
Segundo a Anvisa, as matérias estranhas são de três tipos: “indicativas de risco à saúde humana”, que não são permitidas nos alimentos; “inevitáveis”, aquelas em que qualquer ação além das boas práticas para tentar excluí-las levaria a prejuízos ao alimento e ao consumidor; e “indicativas de falha nas boas práticas”, que não têm o potencial de causarem doenças e, por isso, “podem apresentar limites de tolerância”. A justificativa, entretanto, não encontra concordância entre médicos.
— Não dá para garantir que o produto contaminado não acarretará problemas. Isso depende da imunidade da pessoa. Em alguém saudável, não haveria problemas. Mas não sabemos se quem vai consumir é criança ou alguém com alguma doença imunológica — disse Anna Caryna Cabral, médica infectologista e professora adjunta do Hospital Universitário Pedro Ernesto, exemplificando consequências: — Falhas na produção podem levar fungos, parasitas, bactérias e urinas de animais que causam doenças, como leptospirose.
Fonte: http://extra.globo.com/noticias/economia/consumidores-encontram-alimentos-com-insetos-lesmas-pulgoes-vidro-19863684.html#ixzz4Jn7tHsDW

Formigas podem carregam mais doenças que baratas

Não coma alimentos sobre os quais formigas andaram. Elas carregam mais doenças que as baratas!

Quem nunca se deparou com uma formiga caminhando sobre um alimento? Ou foi pegar um biscoito e deu de cara com o inseto? Essas situações são bem comuns já que qualquer migalha é suficiente para atrair esses bichinhos. Muitas vezes pensamos “é só uma formiguinha” e ignoramos alguns fatos importantes.
Podemos encontrar as formigas em qualquer lugar que habitamos, há uma estimativa de que exista 10.000.000.000.000.000 (dez quatrilhões) de formigas no planeta, divididas em cerca de 12.585 espécies. Com fácil adaptação, esse grupo representa cerca de 15% a 20% da biomassa animal terrestre. Além disso, acredita-se que elas habitem o planeta há mais de 100 milhões de anos, enquanto o homem teria feito o mesmo há singelos 195 mil anos.
As formigas também habitam lugares sujos como fezes, feridas, animais em decomposição e lixo. Por esse motivo, ignorar a presença delas nos alimentos é uma alternativa perigosa. Por caminharem em variados locais, elas carregam microrganismos patogênicos, como vírus, bactérias e fungos. A formiga é um grande transmissor de doenças infecciosas, além de poder causar gripe, tuberculose, verminoses, intoxicações alimentares, vômito, diarreia e até lepra.
Segundo um estudo publicado na Revista de Saúde e Biologia (SaBios), as formigas podem carregar uma imensa variedade de bactérias em suas patas, além de conseguirem percorrer até três centímetros por segundo. Os pesquisadores buscaram bactérias nas patas dos insetos em ambientes hospitalares e encontraram sete tipos variados de patógenos.
De acordo com outro estudo publicado na Neotropical Entomology em 2010, as formigas podem estar relacionadas a outros tipos de incômodos presentes em hospitais: rejeição, irritações e lesões na pele. Além disso, elas podem falsear resultados laboratoriais, passando de uma placa de Petri para outra.
É pouco provável que alguém coma um alimento sabendo que uma barata tenha passado sobre ele, mas costumamos ignorar a presença de formigas na comida. O que muitos não fazem ideia é que os riscos trazidos pelas formigas são tão grandes – ou até maiores – quanto os oferecidos pelas baratas. Quando uma barata é morta, quem elimina todos os resquícios de seu corpo é a formiga. Uma dissertação de mestrado da USP descobriu que a presença de Salmonella aureus e deenterobactérias resultante de amostras de formigas propõe que esses insetos interfiram completamente na qualidade higiênica dos alimentos.
Temperaturas mais quentes são as melhores para a reprodução desses insetos, ou seja, é praticamente impossível livrar-se totalmente deles. Caso não haja infestação, é possível evitar o problema protegendo os alimentos, removendo migalhas e utilizando detergente e sabão nos espaços em que eles transitam. Caso a situação não possa ser solucionada com essas medidas, o aconselhável é chamar uma equipe especializada.
Fonte: http://www.jornalciencia.com/nao-coma-alimentos-sobre-os-quais-formigas-andaram-elas-carregam-mais-doencas-que-as-baratas/

Mosquitos e outras criaturas estranhas em seu quarto

Trancar as portas e ligar o alarme ao ir para a cama à noite pode não ser suficiente para te livrar de ataques sanguinários. Quando você deita sua cabeça preguiçosamente no travesseiro, sua cama, quarto e até mesmo o seu corpo podem estar abrigando insetos invasores que irão fazer aquela festa enquanto você dorme, deixando para trás apenas as marcas das mordidas que poderão arder, coçar ou até mesmo causar uma doença mais séria.
A população de percevejos vêm aumentando e está em movimento desde a última década. Nos anos de 1950, o uso liberado do pesticida DDT (sigla de Dicloro-Difenil-Tricloroetano) quase os erradicou, mas mesmo assim, pequenos grupos desenvolveram uma tolerância contra o pesticida e outras medidas criadas desde então para controlar essas pragas domésticas. O resultado é um “superpercevejo” com alta tolerância a pesticidas químicos – e bastante faminto.
Embora os percevejos estejam recebendo bastante atenção nos dias de hoje, eles não são a única ameaça. De mosquitos famintos a pulgas com sede, há inúmeras pequenas criaturas que acreditam que o seu quarto oferece um banquete em grande estilo.
Medindo entre 1 e 7 milímetros de comprimento, os percevejos são de uma cor marrom-avermelhada e ligeiramente achatados. Eles se alimentam a noite quando você está dormindo, e liberam uma espécie de anestésico ao morder. Se você começar a acordar com pequenas inflamações e pruridos, pode ser um primeiro sinal de que você tem hóspedes que não foram convidados.
Os percevejos viajam de um local ao outro dentro de roupas ou escondidos dentro de bolsas e malas. É claro que eles não vivem apenas nos quartos. Eles também são frequentemente encontrados em cinemas, escritórios e lojas de departamento que vendem roupas. Qualquer lugar fechado em que você esteja pode ser um potencial foco de percevejos e sua presença está se espalhando tanto que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) está chamando a atenção do mundo para o crescimento alarmante dos mesmos.
Percevejos são também pequenos e pacientes vampiros. Os adultos podem sobreviver sem uma refeição por mais de um ano, então, não ache que trancar a porta de seu quarto com eles dentro por algumas semanas irá matá-los de fome. Eles também podem se esconder atrás do papel de parede ou embaixo de tapetes. E aqueles que não se importam em serem vistos a olhos nu, são provavelmente os mais rápidos.
Se você acha que sua casa está infestada de percevejos, verifique as costuras de seu sofá e colchão e procure por pequenos pontos marrons-avermelhados. Dê uma olhada também nos lençóis e fronhas. Se mesmo assim você não encontrar nada, não significa que eles não estejam por lá. Você também precisa dar uma olhada na cabeceira da cama, laterais dos móveis e até mesmo nos rodapés. Encontrar uma espécie viva pode ser um desafio já que eles costumam passar o dia inteiro bem escondidos, mas exoesqueletos descartados que parecem mosquitos dissecados e pequenas manchas que podem ser suas fezes podem ser detectados, se você olhar com bastante cuidado.
Você também pode ser capaz de sentir um leve cheiro de mofo no ar, ou ainda um cheiro doce perto da sua cama. Outra opção é comprar fitas adesivas e pregá-las no chão ao redor da sua cama. De manhã, ao acordar, verifique quantos foram pegos pela fita e tenha uma noção do tamanho da infestação.
As mordidas de percevejos podem coçar pra burro, mas os percevejos não transmitem doenças. E já que você está à caça deles, este pode ser um pequeno conforto.
Se você já ouviu aquele zumbido irritante no seu ouvido  assim que começou a dormir e descobriu uma ou duas picadas de mosquito no seu rosto ou braços na manhã seguinte, você não está sozinho. Há mais de 2.700 espécies de mosquitos ao redor do mundo. Ao contrário dos percevejos, os mosquitos podem transmitir doenças graves como encefalite, febre amarela e malária. Para manter a população de mosquitos sob controle, muitos países têm programas para acabar com a água parada em vasos, valas e poças – ambiente ideal para a reprodução dos mesmos.
 

Você sabia?

Se você descobriu que sua casa realmente está infestada
de percevejos, aqui vão algumas recomendações de várias coisas que você
pode fazer para se ver livre deles:

– mantenha as áreas ao redor da cama limpas e organizadas
– lave toda a roupa de cama com água bem quente
– use produtos não químicos como terra de diatomácea
– só use pesticidas que sejam aprovados para uso interno
– aplique calor nas áreas afetadas
– inspecione as áreas tratadas regularmente pregando fitas adesivas

Só as fêmeas dos mosquitos mordem e elas podem encontrar suas vítimas de várias maneiras. Elas seguem pistas visuais detectando movimentos e distinguindo variações de cor. Se você estiver simplesmente andando e não se confundir com o local ou paisagem, pode virar uma refeição. Elas também detectam dióxido de carbono e ácido lático na respiração a uma distância de mais de 100 metros. Se você estiver respirando, pode ser o próximo alvo. Elas também podem sentir o seu calor e o suor. A boa notícia é que você pode manter os mosquitos para fora de casa se você for aplicado. A má notícia é que se eles não saírem, você provavelmente se tornará um belo buffet.
 
Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/mosquitos-quarto2.htm