BEBÊS E PICADAS DE INSETOS

BEBÊS E PICADAS DE INSETOS

Quando o assunto é picadas de inseto, é preciso tomar alguns cuidados básicos pois, em alguns casos, se a região não for bem tratada a situação pode se agravar. Para proteger os pequenos desse vilão, veja o que precisa ser feito:

QUANDO SE PREOCUPAR

Em casos que a criança tem reação normal e só fica com aquela bolinha vermelha, não é preciso se preocupar, mas buscar manter a região sempre limpa. Já em casos de reação alérgica, ou seja, quando há um inchaço maior, excesso de vermelhidão e grande quantidade de mordidas, é preciso ficar atento e entrar em contato com o pediatra. “Apenas uma pequena porcentagem das pessoas desencadeiam reações graves: a chamada anafilaxia. Mas em tempos de dengue, não tem como não se preocupar com as picadas de insetos. O importante é sempre manter a calma e observar os sintomas da criança”, conta a pediatra ADRIANA PELLINI ao site Cenário MT.

PICADA COMUM

Se a criança for brincar na areia, na pracinha, é preciso ficar lavando o local com certa frequência, pois como a picada significa ‘porta aberta’ para as bactérias, elas podem se aproveitar e acabar gerando uma infecção, como explica a pediatra e coordenadora da pediatria do Hospital 9 de Julho, Maria Amparo Martínez. Caso ela comece a coçar muito, o médico pode indicar um remédio antialérgico.

Tente evitar que o bebê tire a casquinha, pois assim vai demorar mais para cicatrizar. “Se piorar pode ser que tenha ocorrido a infecção secundária e o tratamento consiste em passar pomada, ou em casos mais graves, é preciso dar antibiótico via oral”, completa.

A Dra. Pellini também aconselha a manter as unhas das crianças sempre bem cortadas e limpas, pois ao coçar além de espalhar o veneno, poderá causar esses tipos de infecção na pele.

PICADAS MAIS GRAVES

Em casos de picada de marimbondo, abelha, por exemplo, é preciso tomar alguns cuidados a mais, pois mesmo que a criança não seja alérgica é comum inchar muito. “Nesses casos é tentar procurar o ferrão para poder tirá-lo, lavar a área atingida com água e sabonete, e fazer compressa com água gelada”, conta Adriana Pellini. Além disso, vale dar um analgésico para diminuir os sintomas e que dependendo da localização é importante ir para o pronto-atendimento.

Algumas crianças podem ter reações mais graves, com a chamada ANAFILAXIA. Os sintomas são dificuldade de respirar, inchaço nos lábios ou na garganta, desmaio, tontura,manchas avermelhadas pelo corpo, batimentos cardíacos acelerados e vômitos. “Procure um médico no pronto-socorro imediatamente”, alerta Adriana.

 

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