Para salvar o mundo chame as abelhas robóticas

A gente já falou aqui no blog sobre a preocupante situação de extinção das abelhas e como elas são fundamentais para o equilíbrio da vida na Terra. E se você achava que a coisa não era séria, prepare-se para uma nova era de abelhas robóticas.

Calma! Por hora não precisa se assustar totalmente. O vídeo postado acima é, por enquanto, apenas um alerta do Greenpeace. Mas ainda que a ideia de abelhas robô pareça coisa de ficção científica, esse projeto está tomando ares de realidade. Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, são os responsáveis pelo projeto Robobees (abelhas robô, em tradução livre). Inspirados na biologia das abelhas e no comportamento delas na colmeia, cientistas estão desenvolvendo um protótipo de coordenação a distância. A ideia é que esse protótipo possa auxiliar desde a polinização automatizada em campos de cultivo até o mapeamento climático, exploração de locais perigosos e vigilância militar.
Por mais que soe muito estranho vivermos em um mundo de insetos robôs, essa talvez seja uma solução eficaz para evitar o desequilíbrio da fauna e da flora em nosso planeta. Mas a melhor maneira de cuidar da Terra ainda é a prevenção e o cuidado com cada ser vivo que o habita.

Inspirados nos olhos dos insetos cientistas criam câmera digital

A vida imita a arte. E o homem cada vez mais imita a natureza. Essa semana falamos aqui no blog sobre o inseto com engrenagens, sistema mecânico que até então acreditávamos ser uma autêntica invenção humana. Agora a natureza serviu de inspiração para a invenção de câmeras digitais.

camera_olhos_insetos
A criação e a inspiração. Foto: Universidade de Illinois e Instituto Beckman

Os olhos compostos de insetos como libélulas e formigas operárias serviram de base para uma equipe de cientistas de diversos países criar uma câmera com amplo campo de visão e profundidade. O equipamento inovador poderá ter várias aplicações em diversas áreas do conhecimento.
A câmera possui 180 microlentes flexíveis que capturam imagens em 160°, dados semelhantes à visão de alguns insetos. A própria forma semiesférica do equipamento lembra o olho de um inseto quando fotografado de forma ampliada.
Comparação entre a câmera e o olho de um inseto ampliado. Foto do inseto: Ondrej Pakan. Foto da câmera: Universidade de Illinois e Instituto Beckman)
Comparação entre a câmera e o olho de um inseto ampliado. Foto do inseto: Ondrej Pakan. Foto da câmera: Universidade de Illinois e Instituto Beckman

Para saber mais sobre a invenção, clique aqui.