Doenças causadas pelas baratas

A baratas são animais abominados pela maioria das pessoas. São consideradas extremamente nojentas já que andam pelo esgoto e pelas lixeiras e sobre vários tipos de dejetos. As baratas realmente transitam por vários locais contaminados e, por isso, podem trazer toda essa contaminação para dentro de nossa casa. Então, se você tem baratas em casa, a primeira coisa a se fazer é embalar alimentos, guardá-los e vedá-los devidamente, bem como deixar a lixeira muito bem tampada e o mais longe possível do interior da casa.
É sabido que nas patas das baratas existem milhares de micro-organismos que podem transmitir vários tipos de doenças se contaminarem alimentos, objetos e utensílios domésticos. Poucas pessoas sabem, mas as baratas também liberam um cheiro que pode impregnar os alimentos deixando-os com um cheiro ruim. Elas também podem causar prejuízos materiais quando roem roupas e demais tecidos. Algumas das doenças que a barata pode transmitir são: febre tifoide, conjuntivite e pneumonia.
Se você estiver enfrentando um problema de infestação de baratas, procure uma dedetizadora para resolver o problema. É importante que você procure saber se é uma dedetizadora confiável, se conta com uma equipe qualificada, produtos liberados pelo Ministério da Saúde e quais são suas certificações.

Especialistas alertam para o desafio de combater doenças transmitidas por vetores

Em meio ao anúncio das autoridades de saúde de que a temporada 2017 de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti seria ainda mais rigorosa que a do ano passado, a ocorrência de casos de malária e o registro de surto de febre amarela mostram o quão desafiador é combater males transmitidos por mosquitos em Minas. Por estar em uma área tropical, com clima quente e úmido, o estado tem condições ideais para a reprodução e proliferação de espécies transmissoras dessas doenças e também da dengue, zika e chikungunya, que já se tornaram um problema de saúde pública. Para especialistas, o registro recente das duas doenças infecciosas representará, nos próximos meses de chuvas e calor, um transtorno a mais para o sistema de saúde, já comprometido com escassez de recursos, além de estrutura física e humana. Somente este ano, 133 casos suspeitos de febre amarela silvestre foram notificados em Minas, com ao menos 38 mortes. Ontem, mais quatro óbitos suspeitos pela doença foram registrados em Ladainha, no Vale do Mucuri.
No ano passado, foram 525.180 casos prováveis de dengue (suspeitos e confirmados), com 254 mortos, número recorde de contaminação em Minas Gerais, o que responsabilizou o estado por 36,8% dos registros no Brasil (1.426.005) e por 62% das ocorrências na Região Sudeste (841.286), de acordo com o Ministério da Saúde. A própria Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou no fim do ano passado que as “novas” doenças transmitidas pelo Aedes (zika e chikungunya) também teriam maior severidade em 2017. “Temos um cenário ideal dentro do estado que são sazonalidades que favorecem as altas densidades do mosquito, com chuva, altas temperaturas e condições ambientais favoráveis”, diz o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde, Rodrigo Said.
Ele explica que, enquanto os mosquitos Anopheles darlingi (vetor da malária, que teve sete casos registrados em Minas no ano passado) e Haemagogus, que transmite a febre amarela silvestre, se reproduzem em ambientes naturais, como áreas de matas, o Aedes se domesticou. Com isso, este último tem como característica principal a preferência pelos criadouros artificiais, como garrafas PET, caixas d’água, vasos de plantas ou ambientes em casa que acumulem água. O Aedes é também transmissor da febre amarela, mas do tipo urbano da doença, que não tem registro de casos em Minas desde 1942.
Apesar de o governo do estado informar que os casos de malária foram pontuais e que o surto de febre amarela está em situação controlável, especialistas falam do peso das doenças para os serviços públicos. O infectologista Carlos Starling, diretor da Sociedade Mineira de Infectologia, é um dos que defendem o esforço extra. “É um desafio a mais e acaba sendo também um transtorno a mais para o sistema de saúde, pois exige mobilização e aplicação de recursos que na área da saúde, principalmente no que se refere a recursos humanos, já são escassos”. Ele lembra ainda que Minas “tem um exército de pessoas já muito absorvidas pelas ações de combate às doenças transmitidas pelo Aedes e que, mesmo com os casos de malária e o surto de febre amarela sendo localizados, o esforço para o combate gera sobretrabalho e mais gastos”.
DESIGUALDADES Ao tratar as doenças tropicais como aquelas que desestruturam os serviços de saúde, tanto público quanto privado, o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) Rivaldo Venâncio da Cunha detalha o impacto. “Elas pesam ainda mais porque as UPAs, hospitais e centros de saúde, que já funcionam com grande demanda, terão ainda mais pacientes buscando atendimento para essas doenças”, afirma. Ele destaca ainda outro fator: “Essas são doenças relacionadas não só ao clima, mas também a características econômicas e sociais, como as desigualdades no abastecimento de água no país, o que gera armazenamento inadequado e, consequentemente, proliferação de focos, bem como as más condições de coleta de resíduos sólidos”, diz.
Para Cunha, enquanto não surgirem aportes tecnológicos, como vacina, ou que permitam a erradicação dos mosquitos, essas são doenças que vão continuar a aparecer. “É um problema que poderia ter sido amenizado, mas que exige décadas de política pública e investimento, o que ainda não ocorreu.”

 

Proteção é o melhor remédio

Apesar de informar que todo o esforço está sendo feito para controle do surto de febre amarela, o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde, Rodrigo Said, reforça a necessidade de envolvimento da população nas ações de combate aos vetores. Além das medidas para erradicar criadouros do mosquito Aedes aegypti nos centros urbanos, ele chama a atenção para medidas simples, como a orientação de tomar a vacina contra a febre amarela, uso de repelentes, telas protetoras nas janelas e mosquiteiros, além de uso de roupas de mangas longas, que podem ajudar a evitar picadas dos mosquitos em áreas de transmissão.
Sobre os casos de febre amarela, por exemplo, o subsecretário chama a atenção para a possibilidade de eles terem sido evitados. “A vacina é preconizada para crianças a partir de 9 meses, com reforço aos 4 anos. Fica disponível no calendário de vacinação durante todo o ano e tem 95% de eficácia. Mas a cobertura vacina no estado é muito baixa, justamente porque as pessoas não se vacinam”, afirma.
Desde o início do surto de febre amarela, uma força-tarefa foi montada envolvendo a SES, equipes das prefeituras de quatro regionais de Saúde do estado, técnicos do Ministério da Saúde, além de outros órgãos, como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. O subsecretário Rodrigo Said afirma que as estratégias adotadas para erradicação do vetor da febre amarela, a exemplo da borrifação de inseticida, também têm efeitos contra o Aedes nas áreas onde estão sendo adotadas.
RECURSOS Por causa do surto, o governador Fernando Pimentel já anunciou a liberação de R$ 26 milhões para as cidades afetadas pela febre amarela. São recursos que vão ser usados pelos municípios, que já enfrentam endividamentos por causa dos muitos gastos dos últimos dias. Com o dinheiro, as prefeituras ficam autorizadas a contratar profissionais, aumentar as internações, permitir que os postos de saúde fiquem abertos nos fins de semana e estendam o horário de funcionamento, entre outras ações.

Alerta no Espírito Santo

A Secretaria de Estado de Saúde do Espírito Santo registrou a morte de 54 macacos por suspeita de febre amarela nas regiões Sul e Noroeste do estado desde o início do ano. O número, no entanto, pode chegar a 80, com a confirmação de outros casos por prefeituras. A atualização será feita amanhã. Parte das mortes ocorreu em Colatina, a 220 quilômetros de Governador Valadares, no Leste de Minas, cidade-sede de uma das quatro regionais de saúde que tiveram decretada situação de emergência na por suspeita de febre amarela silvestre. A mortandade de macacos levou a bióloga da Fiocruz Márcia Chame a relacionar a tragédia de Mariana com o aumento de casos suspeitos de febre amarela em Minas. A hipótese tem como ponto de partida a localização das cidades mineiras que identificaram até o momento casos de pacientes com sintomas da doença. Grande parte está na região próxima ao Rio Doce, afetado pelo rompimento da Barragem do Fundão, em novembro de 2015. A cidade capixaba de Colatina também foi afetada pelos reflexos do acidente de Mariana. “Com a degradação do meio ambiente, animais acabam também ficando mais próximos do homem, aumentando os riscos de contaminação”, disse Márcia. A Fundação Renova, criada pela Samarco, não se manifestou sobre o assunto. Em nota, informou que “todas as informações que tenham aderência às ações em andamento serão incorporadas pela fundação.”
Fonte:  EM

Aumentam as pragas, aumentam também as doenças

As pragas urbanas como ratos, mosquitos, baratas, cupins, escorpiões, carrapatos, formigas e outros bichos aparecem sempre em maior incidência nos períodos mais quentes.

Esse grande incômodo acontece em lugares com facilidade de acesso a comida, água e proteção para as pragas. E o que deve ser dito a respeito dessas pragas é que, além causarem desconforto e prejuízos materiais em casa ou no trabalho, são também vetores de várias doenças perigosas para nossa saúde e a de nossa família.
O aumento da proliferação também está relacionado com o ciclo de vida dos animais. Eles não conseguem manter a temperatura do corpo deixando as atividades de busca por alimento e reprodução para o calor. As baratas e formigas são um exemplo disso. Mas tudo isso não livra de culpa o ser humano. O desequilíbrio do meio ambiente desencadeado pela ação degradante das pessoas causa uma defasagem nas necessidades de toda a cadeia.
O problema da proliferação de pragas é uma questão séria nos meios urbanos, mas ainda assim, há cuidados que podemos ter para evitar maiores problemas tais como manter as lixeiras sempre bem vedadas, manter terreiros limpos, guardar alimentos devidamente e, o mais importante, contratar uma empresa confiável e qualificada para manter dedetização da sua casa ou empresa em dia.   

Moscas podem ser usadas no tratamento de doenças

Já sabemos que a cada 17 pessoas que morrem no mundo, 1 delas tiveram os insetos como responsáveis pelo óbito. Dentre eles, as moscas estão entre os que mais preocupam as autoridades sanitárias e de saúde no mundo.
Isso, porque elas têm a capacidade de transmitir diversas bactérias a seres humanos e podem “contribuir significativamente para (a proliferação de) doenças em comunidades pobres onde as condições sanitárias são limitadas”, explicou à BBC, o professor David Conway, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.
As moscas são insetos que se alimentam constantemente, comem de tudo, inclusive fezes de outros animais. No entanto, este comportamento não causa mal a estes insetos, como causaria aos seres humanos. Foi este o motivo que levou os pesquisadores a descobrirem qual processo as moscas realizam para que as bactérias não as prejudiquem e como poderiam se utilizar destes processos para benefício humano.
Eles sequenciaram os genomas de seis moscas fêmeas comuns e os compararam com o da mosca da fruta, a Drosophila melanogaster, para identificar que partes do DNA são exclusivos da mosca comum e poderiam ser estudados mais a fundo.
A equipe descobriu que a mosca comum tinha muito mais genes imunes do que a drosófila. E esses genes eram também bem mais diversificados – possivelmente para oferecer ao inseto proteção contra os diversos patógenos que ele carrega.
Uma equipe da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, procurou saber o motivo pelo qual as moscas são imunes aos organismos causadores de doenças como bactérias, vírus e fungos a que são expostos. Ao detalharem os genes que imunizam estes insetos à estes patógenos
Os cientistas também descobriram o código genético que ajuda a mosca a dissolver dejetos, como fezes.
“Informações a respeito desses genes podem nos ajudar a processar dejetos humanos e a melhorar o meio ambiente”, disseram o cientista Jeff Scott e seus colegas ao periódico Genome Biology.
As moscas são insetos que conseguem percorrer grandes distâncias e frequentam ambientes repletos de bactérias, como lixões, carcaças de animais, etc. Pouco tempo depois, as mesmas moscas podem pousar sobre os alimentos que consumimos e ainda sobre nosso corpo. E quando pousam, estas moscas podem, além de contaminar com as impurezas que carregam em suas patas, ainda eliminar seus próprios dejetos.
Outros perigos
Apesar das moscas serem responsáveis por várias doenças, o inseto que mata mais pessoas, e também é considerado o animal mais perigoso do mundo, é o mosquito. Ele é responsável pela transmissão de doenças como dengue,  febre amarela, malária, etc.
A propósito, a malária é a doença que provoca mais vítimas. Serão mais de 214 milhões de casos registrados neste ano, destes, mais de 472 mil não sobreviverão à doença, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado na semana passada (10/07/2015).
 
Com informações de BBC Saúde

OMS alerta população sobre os perigos dos insetos

O dia 07 de abril foi definido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como o Dia Mundial da Saúde. E o tema escolhido para a campanha desse ano visa a prevenção e o alerta da população sobre os perigos dos insetos.
De acordo com a OMS todo ano mais de mil milhões de pessoas são contaminadas por doenças transmitidas por insetos como mosquitos, moscas e pulgas. O número de mortes pelo mesmo motivo também é muito alto, chegando a mais de um milhão de pessoas.
picada de inseto
Pensando na necessidade de prevenção e conscientização, o tema da campanha do Dia Mundial da Saúde de 2014 será “Pequena picada, grande ameaça”. Dessa forma a organização espera reduzir o número de pessoas infectadas por doenças como dengue, malária, leishmaniose, febre amarela e outras.
A prevenção é a melhor solução segundo a OMS: “uma agenda global que dê maior prioridade ao controlo dos vetores poderia salvar milhões de vidas e evitar muito sofrimento. Intervenções simples e baratas como os mosquiteiros ou a pulverização de inseticida no interior das casas salvaram milhões de vidas”, disse a diretora-geral da Organização em um comunicado sobre o tema.
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Você sabe a diferença entre dengue, febre amarela e malária?

Há mais semelhanças entre a dengue, a febre amarela e a malária do que supõe a nossa vã filosofia. Com sintomas parecidos e modo de transmissão idêntico, essas três doenças podem confundir o diagnóstico de saúde da pessoa contaminada – principalmente no verão, época do ano em que a dengue assombra os brasileiros.
Para não restar dúvidas reproduzimos aqui uma seleção das principais características de cada doença. Claro que nenhuma dessas informações substitui uma visita ao médico e um diagnóstico profissional no caso de você apresentar algum dos sintomas. Mas informação nunca é demais, não é mesmo?
Dengue

aedes

No Brasil ultimamente é falar em verão e chuva que todo mundo logo pensa na dengue. Também não é pra menos: em 2013 o país registrou um aumento de 190% nos casos de dengue em comparação com 2012. A doença transmitida pelo já conhecido mosquito Aedes aegypti pode ser causada por quatro tipos de vírus diferentes – daí os termos “dengue tipo 1”, 2, 3 e 4 tão comumente usados nos noticiários. Os sintomas muita gente já conhece ou já experimentou: febre, dores de cabeça, nos olhos e articulações, sensação de cansaço. A dengue infelizmente não tem vacina e o tratamento é lento: repouso, hidratação e remédios para combater dor e febre. A melhor solução ainda é a prevenção: evitar locais que acumulem água no seu quintal, na sua casa, na vizinhança. Para proteger o corpo um repelente de mosquitos já é um bom começo.
Febre amarela
febre_amarela_Haemagogus
Muito comum no Brasil, a Febre Amarela é transmitida pelo mosquito Haemagogus. Ao picar o ser humano causa sintomas muito semelhantes aos da dengue, o que contribui para que essa duas enfermidades sejam tão confundidas. Mas é aí que está a diferença: além da febre alta e das dores de cabeça e no corpo, a pessoa portadora da febre amarela pode ficar com os olhos e a pele amarelados, o que justifica o nome da doença. Para nossa alegria, possui vacina.
Malária

malaria_anopheles_stephensi

Também transmitida por um mosquito (o Anopheles) a malária já foi erradica em alguns países, mas não no Brasil. A pessoa infectada apresenta sintomas como náuseas, febre, dores de cabeça, cansaço e até anemia. Também não possui vacina e o tratamento é a base de remédios para reduzir a presença do protozoário Plasmodium (causador da doença) no sangue.
Com informações da Superinteressante.

Superpopulação de pombos é problema de saúde pública

Quando as pessoas passam pelos pombos nas ruas muitas nem imaginam a quantidade de doenças que essa ave é capaz de transmitir. Aparentemente inofensivos, os pombos já são considerado um problema de saúde pública, de acordo com um estudo da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), em São Paulo.

pombos

A bióloga Margarete Almeida, pesquisadora responsável pelas análises, chegou à conclusão que os pombos podem transmitir até 60 doenças para os seres humanos, como a meningite. O pior dessa estatística é a forma de contaminação: na maioria das vezes o contágio pode acontecer quando as pessoas inalam fungos presentes nas fezes da ave. Dessa forma a pesquisadora concluiu que o vento pode propagar ainda mais doenças, dispersando o fungo pela cidade e contaminando outros animais e até frutas nas árvores. O assunto é sério e já fizemos um post sobre isso aqui no nosso blog.
Apesar do resultado negativo, a pesquisa revelou uma informação curiosa: os pombos só representam um problema na zona urbana; em áreas silvestres eles não oferecem riscos e trazem benefícios, pois comem insetos, contribuindo para o controle das pragas. Ainda assim, o maio entrave para combater o problema nas cidades é conscientizar a população, que ainda enxerga a ave como algo “bonitinho” pela simbologia ligada à pomba da paz. Com essa visão as pessoas acabam dando comida aos pombos nas ruas e até em ambientes residenciais, como jardins e quintais, o que só contribui para aumentar a reprodução da espécie e, por consequência, as doenças que ela transmite.
Com informações do site Ambiente Brasil