O equilíbrio do meio ambiente também depende dos insetos

Todos os anos, no dia 5 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Essa data foi estabelecida pela ONU em 1972 como forma de atrair as atenções do mundo para a necessidade de preservação ambiental, estimulando os governantes a adotarem medidas de conscientização e proteção do meio ambiente em seus países.

A maioria das pessoas com certeza sabe pelo menos alguma das várias atitudes para cuidar da natureza: descartar o lixo corretamente e reciclá-lo sempre que possível, não desperdiçar água e energia elétrica, preservar as florestas e rios… Mas como você se comporta diante dos insetos?
Por serem pequenos e em alguns casos representarem certo perigo, muitas vezes não paramos para pensar na importância dos insetos para a preservação ambiental. Ainda que alguns tragam prejuízos para as plantações ou que transmitam doenças, grande parte dos bichinhos gera enorme benefício para o meio ambiente e, por consequência, para o homem.
As vespas e borboletas, por exemplo, contribuem para a polinização das plantas. Há também os insetos produtores de substâncias úteis à humanidade, como o bicho da seda e as abelhas, produtoras de mel e cera. Tudo isso sem falar no hábito de consumir insetos, tão comum na região oriental do mundo e muito defendido pela ONU de uns tempos pra cá.
Além de serem úteis ao ser humano, os insetos fazem parte de uma importante cadeia alimentar. Muitos deles se alimentam de outros insetos, o que ajuda na manutenção do equilíbrio ambiental.