Cuidados com idosos durante dedetização de residências

Idosos, crianças, e outras pessoas que tenham histórico de alergias compõem um “público de risco” durante procedimentos de dedetização – estas pessoas podem apresentar maior sensibilidade aos produtos que, por ventura, sejam utilizados durante certos tipos de controle de pragas. E quais os cuidados que devem ser tomados para ampliar a segurança de sua família? É o que trataremos neste post.
Segundo a Bióloga e Responsável Técnica da Insetan, Viviane Avelar, pessoas alérgicas, crianças, idosos, gestantes, animais domésticos e plantas sensíveis devem permanecer fora do ambiente controlado por um período mínimo de 24 horas. As demais pessoas, por um período mínimo de 4 horas.
Mas não há necessidade de paranóias! Nem todos os trabalhos de dedetização utilizam produtos químicos que apresentam riscos de intoxicação. É o caso das iscas secas, por exemplo. Este produto não oferece nenhum tipo de perigo à pessoas ou aos animais de estimação. No entanto, a bióloga recomenda que, nestes casos, crianças ou animais de estimação não estejam presentes no momento da aplicação.
Quando a pulverização de produtos é necessária, não é aconselhado a presença de pessoas no ambiente. Existem linhas de produtos de dedetização usados especificamente em casos em que existam Idosos e outros grupos de pessoas com mais sensibilidade. Estas pessoas necessitam da aplicação de venenos menos agressivos, que possuem um preço diferenciado mas, que são essenciais para o bem estar delas.
Lembre-se sempre de avisar sua dedetizadora sobre a faixa etária das pessoas que frequentam o local a ser dedetizado já no primeiro contato com sua prestadora de serviços.

Formigas podem levar bactérias causadoras de doenças a hospitais, mostra estudo

Formigas podem carregar bactérias causadoras de doenças. E o pior, levar esses micro-organismos para os hospitais. É o que mostra uma pesquisa feita na Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo).
Conduzido pela veterinária Ana Paula Couceiro, o estudo foi feito em um hospital público no interior de São Paulo. As análises apontaram a ocorrência de micobactérias ambientais relacionadas a infecções oportunistas que podem ocorrer na pele, por exemplo, e não respondem à terapia convencional com antibióticos.
O hospital, pertencente à Secretaria Estadual de Saúde, é especializado na assistência a pacientes com tuberculose. Justamente em centros como esse, os internos estão fragilizados imunologicamente devido à doença, e, por isso, a infestação com esses patógenos implica em mais riscos. As formigas foram coletadas num tubo estéril em diversos pontos das instalações do hospital.
Segundo a pesquisadora, as micobactérias ambientais estão amplamente distribuídas, inclusive em hospitais. O monitoramento desses micro-organismos não é habitual. No entanto, com o aumento de surtos relacionados às mesmas em estabelecimentos de saúde, a preocupação com estes agentes aumentou.
Desde 2003, enquanto fazia seu projeto de mestrado, a veterinária verificou que formigas contribuíam para contaminação de testes de diagnósticos e disseminação de partículas. No levantamento para seu doutorado, notou que algumas características inerentes às formigas facilitavam a sua dispersão, como o fato de andarem até 200 metros a partir do seu ninho em um único dia. Por ter uma dieta generalista, a formiga é um inseto de fácil adaptação, convivendo bem em diversos ambientes.
Pesquisas anteriores, segundo ela, descrevem a formiga em ambiente hospitalar como transportadora de microrganismos, porém seu trabalho é o primeiro que investiga a disseminação de micobactérias desta maneira. Os insetos podem contaminar roupas, alimentos e água utilizados pelas pessoas internadas.
Perto dos pacientes
As formigas coletadas para o estudo eram da espécie Tapinoma melanocephalum e dos gênerosDorymyrmex sp, Camponotus sp, todas encontráveis em domicílios brasileiros. Os pontos nos quais a pesquisadora mas se atentou para suas amostragens foram os próximos aos pacientes, inclusive o solário, espécie de terraço no qual as pessoas em tratamento tomam sol.
Após a coleta, as formigas eram congeladas, e pelo menos 24 horas depois, eram maceradas com soro fisiológico e inoculadas em meio de cultura. Durante a incubação, a veterinária acompanhou o crescimento das colônias de microrganismos e, a partir disso, fez identificações específicas. Ainda, submeteu as amostras ao Centro de Referência Professor Hélio Fraga para sequenciamento do código genético das bactérias, de forma a caracterizar corretamente as colônias isoladas.
As micobactérias isoladas foram da espécie M. chelonae, M. parafortuitum e M. murale, além de micobactérias que não puderam ser identificadas talvez porque ainda não tenham sido descritas. AM. chelonae, encontrada nos vasos sanitários dos quartos dos pacientes, é considerada uma micobactéria ambiental patogênica e já descrita em surtos hospitalares no Brasil.
Na coleta das formigas, a veterinária percebeu que a estrutura dos locais favorecia a sua infestação, uma vez que havia a presença de aéreas verdes e também residências. Para ela, é importante alertar-se quanto aos riscos que estes artrópodes representam na disseminação de infecções hospitalares, e revisar a frequência e efetividade das desinsetizações.
(Com Agência USP)
Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2013/01/25/formigas-podem-levar-bacterias-causadoras-de-doencas-a-hospitais-mostra-estudo.jhtm

Planta Coroa de Cristo é fonte de alimentação para o mosquito da dengue

Em vários posts do blog, a Dedetizadora Insetan mostrou como a dengue pode trazer muita dor de cabeça. Agora, o biólogo e pesquisador Antônio Pancrático de Souza, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), descobriu que a planta conhecida como Coroa de Cristo é um prato cheio para o mosquito da dengue, literalmente. Continue lendo “Planta Coroa de Cristo é fonte de alimentação para o mosquito da dengue”

Condomínios devem ser dedetizados a cada seis meses

Todo prédio precisa, de tempos em tempos, passar por um serviço especializado de dedetização. O objetivo é se livrar de insetos e roedores indesejáveis e manter a saúde dos moradores.
Apesar da limpeza diária, é necessário um cuidado maior de tempos em tempos, para garantir a higienização das áreas comuns e assegurar o bem-estar de todos.
Na hora de dedetizar o seu prédio ou condomínio, procura uma empresa especializada, faça um orçamento e livre-se das indesejadas pragas urbanas.

Proteja seu animal e sua casa dos carrapatos

carrapato

Famílias que viajam e levam seus bichinhos podem correr um grande risco.

Casas de veraneio, que costumam ficar fechadas durante o ano, são ambientes com muita propensão ao abrigo de carrapatos, já que estes são muito resistentes e podem sobreviver por mais de um ano sem se alimentar. (Pousadas e fazendas também podem apresentar risco, caso hajam animais – como cães e cavalos – por perto)

É importante serem observados lugares que são mais favoráveis ao surgimento do parasita, como batentes de porta e janela, rodapés, embaixo de móveis e estrados de cama, frestas, muros e paredes. Os cães são grandes hospedeiros e os maiores transmissores, pela proximidade com as pessoas da casa.
No caso dos bichos de estimação, os carrapatos podem causar a erliquiose, a babesiose e a hepatozoonose, patologias que, quando não tratadas, atacam os glóbulos vermelhos e brancos e podem levar à morte.
Para o ser humano, além de trazer incômodos como alergias e coceiras, estes parasitas também são causadores de doenças graves como febre maculosa, febre hemorrágica e encefalites.
É importante observar sempre a pele e o pêlo do seu animal além de conferir o próprio corpo. Não leve pra casa nenhum desses temíveis parasitas, eles podem infestar o local. Fique atento para quaisquer sintomas, como coceira, irritação na pele ou mesmo febre.
No caso de infestação procure uma empresa de dedetização para resolver o problema.

Orientações sobre desinsetizações líquidas

Alguns cuidados devem ser tomados antes e depois da aplicação de uma desinsetização líquida. Preste atenção nas medidas de segurança e evite comprometer o resultado final do tratamento e prevenir quaisquer acidentes.

Cuidado com os alimentos e objetos pessoais

Antes do tratamento domissanitário

  • Retirar dos armários de cozinha: alimentos, louças e utensílios, colocando-os sobre a mesa e cobrindo-os com forro.
  • Retirar todas as roupas, toalhas, cobertores, travesseiros e etc. que estiverem nos armários. Principalmente em casos de infestações com traças, já que se faz necessária a pulverização em todo o armário.
  • Nos escritórios, os armários e gavetas devem estar destrancados, para que possam ser removidos. Retirar das gavetas todos os medicamentos e objetos pessoais (batom, escova de dente, creme dental, etc.).
  • Os aquários devem ser vedados com forro plástico.
  • Todas as caixas de esgoto, de luz, de incêndio e de telefone, ralos e passagem de água pluvial devem estar em condições de serem destampadas.
  • Pessoas alérgicas, crianças, idosos e gestantes não devem estar presentes no momento da aplicação, bem como animais e plantas sensíveis.

Após o tratamento domissanitário

  • O ambiente desinsetizado deve permanecer ventilado por um período mínimo de 60 minutos.
  • Aplicar produtos de limpeza somente após 72 horas. Após 4 horas, é permitido passar um pano úmido.
  • Pessoas alérgicas, crianças, idosos, gestantes, animais domésticos e plantas sensíveis devem permanecer fora do ambiente por um período mínimo de 24 horas. As demais pessoas, por um período mínimo de 4 horas.
  • Esses cuidados devem ser tomados para que a aplicação de inseticidas seja eficiente e sem riscos de incidentes.

Em caso de dúvidas, consulte nossa Central de Atendimento no telefone (31) 3423-2500, ou pergunte ao especialista.
Atendimento Toxicológico – Hospital João XXIII: (31) 3239-9308.

Calendário das Pragas

Calendários das pragas
Pragas mais comuns no decorrer do ano

Nenhuma hora é boa hora para pragas urbanas em nossa casa. Mas é importante saber quais as épocas mais críticas para já se prevenir e evitar desconfortos maiores.
Confira o calendário das pragas, quais os meses mais propícios para o surgimento delas e o que fazer para evitar e controlar a situação:

Verão (Dezembro, Janeiro e Fevereiro)

Época de altas infestações de insetos (baratas, mosquitos e moscas), que transmitem doenças como a dengue, causada pelo Aedes aegypti. Baratas podem causar alergias e contaminar o ambiente e os alimentos, causando infecções alimentares.
Há também nestá época aumento da população de ratos, que migram para edificações, fugindo de enchentes e alagamentos provenientes das chuvas. A urina do rato transmite a Leptospira, bactéria causadora da leptospirose. Continue lendo “Calendário das Pragas”