10 dicas para você acabar de vez com o Aedes aegypti

A época de maior incidência do Aedes aegypti ainda não passou. As estatísticas confirmam que casos de dengue, Zika, Chikungunya e febre amarela andam assustando várias cidades brasileiras, deixando todos em alerta. Os cuidados para manter o mosquito longe são amplamente divulgados, entretanto, os mosquitos – e as doenças – continuam por aí. Por isso, nunca é demais falar sobre prevenção. Então, de novo, lá vai algumas dicas para você também contribuir:

1-  Nunca permita o acúmulo de água parada. Esta é a regra básica. 
2- É extremamente importante manter a caixa d’água sempre limpa e muito bem fechada.
3- Folhas e galhos devem ser retirados das calhas para que a passagem de água seja permitida.
4- Tanques que armazenam água devem ser lavados. Semanalmente.
5- Qualquer barril ou tonel usado para armazenar água também deve ser lavado constantemente.
6- Coloque areia nos pratinhos de plantas para impedir que acumule água ali.

7- Os recipientes que servem de vasos para plantas aquáticas devem passar regularmente por lavagem e pela troca de água.

8 – Coloque garrafas e vasilhas de cabeça para baixo
9- Mantenha pneus longe de lugares onde possam armazenar água, como em lugares desprotegidos da chuva.
10- Mantenha latas e sacos de lixo muito bem fechados.

Dedetização Insetan, 58 anos de tradição

Desde 1959, a Insetan é conhecida como a dedetizadora que resolve. Uma fama que fez por onde ter para si. A empresa atua no mercado de Controle de Pragas e saúde ambiental colocando no mercado o seu melhor. Por desenvolver um trabalho técnico competente, rapidamente tornou-se a maior de Minas.

Com uma equipe de ponta, a Insetan utiliza técnicas modernas de aplicação, equipamentos de última geração e produtos biodegradáveis, com baixo nível de toxicidade, registrados e aprovados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Além disso, a Insetan se destaca no mercado pela eficácia de seu serviço e atendimento ao cliente. Uma equipe qualificada acompanha todos os processos antes, durante e depois das aplicações, oferecendo ao cliente segurança e confiabilidade sem iguais.

Desde 2006, a empresa é certificada segundo a ISO 9001:2008  e, em 2017, foi reconhecida com uma certificação BAYER. Com a tradição de seus 58 anos, a Insetan prova porque é referência em dedetização e porque está, desde 1959, no coração dos mineiros.

Em condomínios, dedetização deve ser feita a cada seis meses

A desinsetização preventiva é fundamental em todos os condomínios. O controle de baratas, formigas, aranhas e ratos, é recomendado nas áreas comuns dos prédios – salão de festas, churrasqueiras, garagens, corredores – pelo menos a cada seis meses. Apesar da limpeza diária, é necessário um cuidado maior de tempos em tempos, para garantir a higienização das áreas comuns e assegurar o bem-estar de todos.
Além disso, pensar em controle de pragas de forma isolada não considerando o equilíbrio do ambiente como um todo é um erro. Num bairro ou condomínio, por exemplo, se o seu vizinho dedetiza e você não, os bichos podem acabar se mudando para sua casa. Já pensou nisso?

Aprenda a escolher uma boa dedetizadora

Quando nos vimos diante da necessidade de contratar uma empresa especializada para dedetizar nossa casa, sempre vêm dúvidas como qual a mais barata, qual oferece o melhor custo benefício e por aí vai. Mas é preciso dizer que, quando se trata de um serviço que irá beneficiar, antes de tudo, a sua saúde e a saúde de sua família, é bom deixar preocupações como preço a pagar em segundo plano. Uma empresa de dedetização precisa ser, antes de tudo, bastante confiável.

Fique atento para saber se:

  • a empresa está devidamente legalizada. Ou seja, se cumpre todos os requisitos exigidos na RDC (Resolução Diretoria Colegiada), nº 52 da ANVISA.
  • Tente descobrir se a equipe técnica da empresa de dedetização está em forma: treinada, atualizada e reciclada.
  • Verifique se a dedetizadora utiliza produtos de ponta, registrados no Ministério da Saúde e equipamentos adequados para dedetizar residências ou empresas.
  • A empresa também precisa preconizar o controle através do MIP (Manejo Integrado de Pragas) onde o ambiente é visto como um todo.
  • Prefira uma dedetizadora que possua um Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001 atualizado e vigente.

Desconfie de:

preços muito baixo ou promoções duvidosas. Observe que, no mercado em geral, as empresas que oferecem uma pechincha pelo serviço de dedetização não cumprem os requisitos indispensáveis a uma dedetizadora de qualidade.

Saiba o que especialistas em dedetização podem lhe ensinar sobre pombos

Segundo especialistas em dedetização, os pombos, animais tão comuns nos meios urbanos, podem ser responsáveis pela transmissão de mais de 57 doenças. Por isso é que muitos classificam esta ave como uma praga urbana e, para alguns, perigosíssima. 
Entre tantas doenças transmitidas pelas fezes do pombo, podemos destacar :

  • Criptococose, doença pulmonar causada por fungos. As manifestações mais comuns são a pneumonia e a meningite
  • Histoplasmose, micose que afeta os órgãos internos
  • Salmonella, doença causada por bactérias que causam uma infecção gástrica

Aprenda a afastar o perigo

Limar a oferta de alimentos é uma forte arma contra a proliferação. Por mais romântica que possa parecer a cena,  não alimente os pombos e fique atento ao descarte de lixo orgânico que pode servir como alimento para eles. Outra boa dica é eliminar os ninhos. Geralmente, eles se encontram em telhados ou próximo às casas.


E, por último, lembre-se:

  • Sempre utilize luvas e máscaras ao limpar as fezes ou retirar ninhos da sua casa
  • Não varra as fezes secas do quintal ou das calçadas. Pois, ao varrer as fezes secas, os microorganismos causadores de doenças podem ficar suspensas no ar e serem inaladas. Por isso, molhe as fezes primeiro, antes de retirá-las.
  • Em caso de grande infestação não use repelentes para pombos, já que esses produtos também afetam outras aves inofensivas. Nesse caso, procure uma empresa de controle de pragas urbanas.

Paris investirá R$ 5 milhões em ‘guerra contra os ratos’

A prefeita de Paris anunciou nesse domingo que investirá 1,5 milhões de euros (5 milhões de reais) em um plano de limpeza da cidade. As prioridades da capital francesa são se livrar dos ratos que se espalham pelos seus parques e instalar mais cinzeiros públicos nas ruas.
As medidas que devem ser implantadas incluem aumentar o número de funcionários e inspetores de saúde e saneamento nas ruas, expandir as horas de coleta de lixo e incentivar restaurantes e outros prédios comerciais a fornecer mais cinzeiros nas entradas e saídas dos estabelecimentos.
Também como parte do plano de limpeza, a prefeitura deve comprar novas ratoeiras e cercar as mais de 30 mil latas de lixo da cidade com bases de madeira, para evitar que os ratos alcancem os resíduos e se propaguem.
Os republicanos no Conselho da cidade criticaram as medidas da prefeita socialista. “Anne Hidalgo está tentando calar a sua oposição rapidamente anunciando novas medidas placebo, mas não há absolutamente nada de novo nisso”, disse o grupo em comunicado.
Existem aproximadamente 6 milhões de ratos vivendo na região central de Paris — são quase 3 animais por habitante. A cidade sempre teve problemas com os roedores, mas a epidemia dos últimos anos atingiu proporções alarmantes e foi motivada, segundo as autoridades locais, pelo excesso de lixo nas ruas.
Em dezembro, Hidalgo foi muito criticada por suas medidas de desratização da cidade. A prefeita chegou a ser acusada, inclusive, de promover um “genocídio de ratos”.
Fonte: Veja

Hora de eliminar os cupins

O clima quente favorece o processo reprodutivo dessas espécies de insetos.

Consideradas verdadeiras pragas urbanas, os cupins são os grandes vilões da temporada. Atraídos pelo calor e pela umidade, eles invadem as residências, sobrevoam as lâmpadas e deixam aquelas inúmeras asinhas dentro do apartamento. O ato de soltar as asas demonstra que os cupins já estão na fase adulta, e o próximo passo é o acasalamento. De acordo com a bióloga Silvane Dalpiaz do Carmo, educadora ambiental da Floram, o clima quente favorece o processo reprodutivo dessas espécies de insetos. A época da revoada, no entanto, acabou, mas eles continuam se alimentando em silêncio. Hora, portanto, de fazer um diagnóstico nos condomínios e iniciar o tratamento para evitar a próxima revoada.
De acordo com o especialista na área, Roberto da Gama Júnior, ela só deve acontecer no final da primavera e início do próximo verão. Até lá, as colônias de cupins – formadas por operários, soldados e rainha – vão se alimentando e destruindo o local que atacam, e só saem depois que consomem ou o móvel ou outro material. Nesse caso, o síndico pode se enganar e achar que a infestação é isolada, quando, na verdade, é apenas um sintoma do problema generalizado. Encontrar esses focos é o primeiro passo para controlar o inseto.
Há mais de 300 espécies de cupins só no Brasil, e cada um potencializa sua alimentação de forma diferenciada. Os que mais se adaptam às zonas urbanas são os cupins de madeira seca e cupins de solo ou subterrâneos.

Prejuízos

A infestação de móveis, apesar de causar prejuízos financeiros, não coloca em risco a segurança das pessoas. No entanto, quando a infestação está em telhados, forros ou estruturas de contenção pode ocorrer o enfraquecimento. Com o passar do tempo, a rigidez da madeira pode não conter o peso que deveria suportar. No caso do cupim de solo, podem ocorrer danos em fios elétricos, acarretando curto-circuito.

Causas

Para Silvane Dalpiaz, a presença de cupins em áreas urbanas se deve à pouca arborização presente nas cidades. Com a falta de habitat e alimento, os cupins procuram outros ambientes. E como nas residências há madeira disponível, eles então procuram se instalar. Outro fator apontado pela bióloga é a falta do seu predador. “Muitas aves se alimentam de cupins, e a diminuição delas nas áreas urbanas também contribui para o aumento dos insetos. Assim, temos de ter mais árvores em nossas cidades e em condomínios – para atrair mais aves livres e manter o equilíbrio das cadeias alimentares. E não se devem matar as lagartixas dentro das residências, pois elas comem os cupins”, ensina.
 
Como eliminar a praga:
– A melhor forma é entrar em contato com empresas especializadas, pois elas possuem técnica adequada e equipamentos para soluções satisfatórias. E o mais importante: sem agredir o ambiente ou colocar em risco moradores ou funcionários do condomínio. Recomenda-se que ao primeiro sinal de vestígio, o responsável entre em contato com uma empresa prestadora de serviço, pois é mais simples eliminar uma colônia nova. Colônias mais antigas apresentam galerias mais longas, fato que dificulta a penetração do produto, e consequentemente a eliminação.
– A utilização de inseticidas domésticos frequentemente elimina alguns indivíduos, e não a colônia ou ninho. Com o passar do tempo o uso indiscriminado desses produtos pode criar resistência, fazendo com que o produto se torne ineficaz.
Fonte: Marlon Santos – especialista em controle de pragas.
Cupins de madeira seca – fazem suas colônias em peças de madeira, podendo infestar livros ou até roupas caso estas estejam em ambiente propício para sua alimentação, abrigo e proliferação. A presença de vestígios granulados em determinados pontos sinaliza a infestação. É importante estar sempre atento para esses vestígios. Normalmente são visíveis os orifícios circulares, como também a madeira esteticamente boa, no entanto oca.
Cupins de solo – estes normalmente fazem suas colônias no solo, no entanto podem também construir colônias em telhados, rebocos ou até mesmo em caixas de energia. Fazem canaletas para se proteger da luminosidade, e utilizam frestas ou até conduites para transitar. Nem sempre essas canaletas são visíveis, ou refletem a real dimensão da infestação. Também pode ser sinal de infestação a presença de resíduo, aparentemente areia, saindo de tomadas ou frestas da construção.
Fonte: CondomínioSC

Pesquisa estuda efeitos da interação entre pulgões e formigas

A interação entre formigas e pulgões provoca alterações sobre a produtividade da planta hospedeira? Essa foi uma questão que pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (UFLA) buscaram responder em uma pesquisa feita com feijoeiros (Phaseolus vulgaris), na qual analisaram plantas em dois contextos ecológicos distintos (isolado e na presença da comunidade). Todos os tratamentos, exceto o controle, foram infestados com afídeos, popularmente conhecidos como pulgões, da espécie Aphis craccivora.
No experimento, os pesquisadores isolaram ou expuseram os feijoeiros a cinco tratamentos diferentes. Em dos deles, isolaram as plantas da comunidade de artrópodes (deixando as plantas com formigas e pulgões; e somente com pulgões). Em outros dois, as plantas não foram isoladas da comunidade (sendo um contexto com a comunidade completa e outro, livre somente das formigas). O quinto foi de controle (planta completamente isolada). Após o ciclo de vida do feijoeiro, de aproximadamente três meses, foi avaliada a quantidade de frutos e de sementes produzidas e examinadas a biomassa, germinabilidade das sementes e taxa de plântulas anormais.
O estudo concentrou-se na avaliação dos efeitos da interação formiga-afídeo sobre as plantas hospedeiras em dois contextos ecológicos distintos: isolados e na presença de toda comunidade de artrópodes. Na prática esses diferentes contextos simulam diferentes tipo de manejo de cultivo orgânico. O contexto isolado simula o cultivo orgânico convencional, em que a monocultura diminui a biodiversidade local, mas não impede a presença da interação formiga-afídeo. Já o contexto da comunidade completa simula o cultivo orgânico agroecológico, onde há maior biodiversidade local.
Verificou-se que, nos experimentos com a presença de outros artrópodes, as formigas afetaram negativamente a produção de frutos e sementes. Por outro lado, quando formigas e pulgões estão isolados do restante da comunidade na planta, a interação afetou positivamente a produção de frutos e sementes.
“Um dos principais alimentos que a formiga precisa para obter energia é o carboidrato e quando interagem com pulgões elas o obtêm através de um líquido excretado pelos pulgões. Estes alimentam-se da seiva das plantas e produzem um líquido açucarado, conhecido como honeydew”, explica o pesquisador Ernesto Cañedo Júnior, doutorando em Entomologia na UFLA. As formigas “cuidam” dos pulgões, protegendo-os de inimigos naturais, transportando-os, limpando o excesso do líquido excretado e, em certos casos, alimentam-se deles. “É como se os afídeos fossem ‘vacas de leite e corte’ para as formigas”, compara Ernesto. O consumo do honeydew pelas formigas também beneficia a planta e o pulgão, porque o acúmulo do líquido leva à proliferação de fungos que podem matar os afídeos e que prejudicam a fotossíntese dos vegetais.
Os efeitos positivos da interação de formigas e pulgões estão relacionados à “limpeza” oferecida pelas formigas, que impedem o desenvolvimento de fungos na superfície das folhas. No caso dos feijoeiros produzidos em local aberto, a presença de formigas potencializa os danos causados à planta pelos pulgões, pois as formigas protegem os pulgões dos demais artrópodes que agem como predadores naturais dos pulgões.
Foram comparados dados de feijoeiros submetidos a esses ambientes: taxa de germinação das sementes produzidas; peso e número de sementes; número de frutos; e se havia má formação das plântulas. As plantas submetidas ao contexto isolado, com formigas e pulgões, produziram mais frutos e grãos. No contexto isolado, as plantas com formigas produziram aproximadamente 39% mais frutos e 48% mais sementes do que plantas sem formigas. No contexto envolvendo a comunidade, as plantas com formigas produziram aproximadamente 35% menos frutos e 40,5% menos sementes do que plantas sem formigas. A biomassa, germinação e taxa de feijões anormais não diferiram entre os tratamentos avaliados.
“Esses dois tipos de plantio produzem dois tipos distintos de resposta das plantas. Avaliamos alguns parâmetros de aptidão da planta ainda poucos explorados em estudos envolvendo interações entre formigas e afídeos, sobretudo em plantas com ciclo de vida curto”, conclui Ernesto. O estudo também avançou sobre como as interações ecológicas podem variar dependendo de métodos de manejo de culturas orgânicas.
Embora não ocorram entre todas as espécies, as interações entre formigas e afídeos podem afetar as plantas hospedeiras de várias maneiras. Mas a maioria dos estudos havia medido apenas a quantidade de frutos e sementes produzidos, e não testaram a viabilidade da semente.

Reaproveitamento
Outro mérito da pesquisa foi produzir conhecimento de ponta utilizando materiais descartados. Para construir os viveiros que propiciaram as condições de isolamento, os pesquisadores construíram gaiolas com produtos reaproveitados da construção civil dentro do câmpus da UFLA, evitando seu descarte. Exceto o tecido, foram reaproveitados pedaços de mangueira, 470 metros e 225 metros de vergalhão de ferro. Os 125 vasos utilizados no experimento também foram reaproveitados de experimentos prévios realizados pelo Departamento de Entomologia.
O artigo que descreve a pesquisa foi publicado recentemente no periódico PlosOne e pode ser acessado aqui (em inglês).
Fonte: Revista Cafeicultura

Governo determina que municípios façam levantamento de infestação por Aedes

Decisão do Ministério da Saúde, publicada nesta sexta-feira (27) no Diário Oficial da União, determina que, a partir de agora, todos os municípios do país serão obrigados a realizar um levantamento sobre a infestação do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de dengue, zika e chikungunya.
Os municípios com mais de 2 mil imóveis deverão fazer o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), enquanto os municípios com menos de 2 mil imóveis terão que realizar o Levantamento de Índice Amostral(LIA). A nova regra determina, ainda, que aqueles municípios que não possuem infestação do mosquito façam o monitoramento por ovitrampa ou larvitrampa, armadilhas que permitem identificar se existem mosquitos pondo ovos na região.
Os levantamentos, que têm o objetivo de identificar a porcentagem de imóveis que apresentam criadouros de mosquito em cada cidade, deverão ser enviados para as secretarias estaduais de Saúde. Estas, então, terão que repassar os dados para o Ministério da Saúde.
A resolução publicada nesta sexta-feira (27) foi assinada pela Comissão Intergestores Tripartite, composta pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, pelo presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, Mauro Guimarães Junqueira, e pelo presidente do Conselho Nacional de Secretários da Saúde, João Gabbardo dos Reis.
A realização deste tipo de levantamento já ocorre em muitos municípios –em 2016, 62,6% dos municípios com mais de 2 mil imóveis realizaram o LIRAa, repassando em seguida os dados para as autoridades estaduais e federais.
O Ministério da Saúde, em dezembro, anunciou que o repasse da segunda parcela de uma verba de R$ 152 milhões destinada ao combate do Aedes só seria feito para os municípios que tivessem realizado o LIA ou o LIRAa.

Dengue, zika e chikungunya deixam 855 cidades em alerta

Com base nestas informações levantadas pelos municípios, o Ministério da Saúde colocou 855 cidades brasileiras em alerta de risco para dengue, zika e chikungunya.
No último ano, até 24 de dezembro, o Brasil registrou 1.976.029 casos prováveis destas três doenças: 1.496.282 de dengue, 265.554 de chikungunya e 214.193 de zika.
Fonte: Bol

PBH monitora 1,8 mil árvores que podem estar infestadas por besouros

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) está monitorando 1,8 mil árvores, mangubas e paineiras, que podem ter sido infestada pelo besouro gigante metálico. A administração esclarece que nem todas correm risco de queda. A maioria das espécies estão espalhadas pelas Regiões Centro-Sul e Oeste da capital mineira, na rota dos blocos de carnaval que vão desfilar pelas ruas do município. Do total, 50 passarão por avaliação que decidirá se serão suprimidas ou podadas. A ação já começou na tarde desta terça-feira, onde uma árvore foi suprimida.
O anúncio da ação foi feito nesta tarde durante coletiva de imprensa. De acordo com o Coronel Alexandre Lucas, chefe da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec), a supressão ou poda das árvores será feita para garantir a segurança dos foliões. “É uma questão de gestão de risco. Imagina se a árvore que está na Praça Sete cai em cima de um bloco?”, questionou.
Os problemas nas paineiras e mangubas foram detectados há quatro meses. Segundo a prefeitura, o besouro infesta as árvores e começa a fazer buracos na parte interna das espécies. Mesmo parecendo frondosa, elas podem estar frágeis e, com isso, caur durante temporais com ventos fortes. Por isso, os presidentes dos blocos vão receber alertas das Defesa Civil. “Os diretores de todos os blocos vão receber alertas de chuvas, raios e recomendações de proteção aos foliões”, comentou Alexandre Lucas.
De acordo com o engenheiro agrônomo da PBH Dany Sílvio Amaral, esse besouro é conhecido no país. “Há muito tempo ocorre o surto populacional da espécie , endêmica no Brasil. O aumento da espécie foi detectado há quatro meses. A larva do besouro pode ser maior que um adulto e chegar a 12 centímetros. Ele é silencioso. A árvore pode estar frondosa, com frutos, e totalmente doente”, explicou.
A prefeitura está estudando a melhor medida para frear o aumento populacional dos besouros. Está sendo avaliado o uso de produtos químicos nas árvores, que não trazem prejuízos para a população, além de armadilhas. Uma das hipóteses para o crescimento da espécie é a queda dos inimigos naturais no meio urbano.
Fonte: EM