Insetan. Sua empresa de dedetização em BH.

Dedetização é muito importante. Além dos danos à saúde, aos alimentos, e dos incômodos, da sujeira e desconforto, a falta de dedetização causa também muitos problemas para o seu negócio. Ficar sem dedetizar sua empresa pode trazer dificuldades nos planos futuro e para os lucros dos negócios.

E não se engane sobre os clientes. Eles estão sempre de olho no estado de seu ambiente, seja uma loja, escritório, consultório, buffet ou restaurante. As condições de limpeza e salubridade contam muito para a imagem que as pessoas fazem de qualquer lugar, imagine agora se as pessoas passam a ter uma imagem negativa quanto a estes quesitos sobre a sua empresa?  Afinal de contas, ninguém quer, ao visitar um estabelecimento, se deparar com insetos, ratos e outras pragas. Decerto, as chances deste cliente querer distância do ambiente e nunca mais voltar são grandes.

A melhor forma de evitar esse tipo de problema é procurar fazer um controle de pragas eficiente. Para isso, contrate uma empresa confiável que mantenha um padrão de qualidade rigoroso quanto aos serviços, equipamentos e profissionais qualificados e, claro, produtos devidamente liberados pelo Ministério da Saúde.

Moscas na comida. O que fazer, jogar fora?

Quando sua casa está infestada de pragas urbanas, a primeira ideia é pegar no telefone e ligar para uma empresa de dedetização, correto? Sim, corretíssimo. Mas e quando alguma mosca pousa em sua comida? Elas são um problema, todos concordam. Entretanto, o que há de mais fundamental a dizer é que elas são, além de incômodas,  perigosas. Principalmente para a sua comida.

As moscas são muito propensas a espalhar doenças, mais do que os outros insetos, como as baratas. Isso se dá por causa da sua alimentação, composta de alimentos em composição, fezes, outros animais mortos e outras matérias que podem estar contaminadas. Além disso, por não conseguirem mastigar, as moscas cospem enzimas que deterioram rapidamente os alimentos. E é por isso que, ainda que rapidamente, o pouco deste bichinho no seu prato já é motivo suficiente para preocupações.
 
Entre as doenças que as moscas podem ser transmitir estão a cólera, a disenteria e a febre tifóide. O que se deve dizer também a respeito do contato dessa insetos com sua comida é que as fêmeas podem botar ovos em sua refeição. Por isso, é fundamental ter sempre em mente o telefone de uma empresa de dedetização confiável que pode tornar o seu ambiente mais limpo, saudável e livre de riscos.

Controle de insetos-praga: qual método é mais apropriado?

O Brasil é um país de grande potencial na produção de grãos, hortaliças e frutas, pois, as diferentes espécies se adaptam aos mais variados ecossistemas, em virtude dos aspectos fisiológicos das plantas se estabelecerem bem com o clima tropical.
Apesar dos fatores climáticos favorecerem um bom estabelecimento das diversas culturas, a produção brasileira, de algumas delas, não se encontra dentro de níveis desejados. Vários fatores contribuem para que essa produção não alcance patamares mais satisfatórios, destacando-se a utilização de pouca ou nenhuma tecnologia, devido ao baixo nível de capitalização dos pequenos produtores que respondem por aproximadamente 60% da produção nacional.
Um outro fator é o ataque de insetos-pragas, que causam danos variáveis de acordo com as condições ambientais e culturais a qual estiverem submetidos, como por exemplo, o estabelecimento de monoculturas, a ocorrência de longos períodos de estiagem, cultivo safrinha, etc.
Dentre os métodos de controle utilizados destacam-se: controle cultural, controle químico e controle biológico.
Controle Cultural
Caracteriza-se pela utilização de medidas capazes de afetar a disponibilidade de alimento ao inseto e que pode reduzir a incidência da praga. Tais medidas, como técnicas de preparo do solo, rotação de culturas, aração e gradagem, época de semeadura, manejo de plantas daninhas, adubação verde, uso de cultivares resistentes, destruição de restos culturais, etc., contribuem de maneira marcante no combate as pragas de diversas culturas.
Controle Químico
Na agricultura, o controle químico é atualmente o método mais utilizado tanto por pequenos, médios e grandes produtores, e consiste no uso de produtos químicos (inseticidas, fungicidas, bactericidas, herbicidas, etc) para se controlar pragas e doenças.
Apesar de sua ação rápida e eficácia, o uso de produtos químicos vem sendo reduzido, pois, na maioria das vezes, ocasionam o desenvolvimento de populações resistentes do inseto, o aparecimento de novas pragas ou a ressurgência de outras, ocorrência de desequilíbrio biológico, efeitos prejudiciais ao homem e outros animais, além do seu alto custo, fazendo-se, portanto, necessário à busca de alternativas que minimizem os efeitos adversos dos inseticidas sintéticos sobre o meio ambiente.
O controle químico só deve ser utilizado quando a praga atingir níveis populacionais críticos ou atingir dano que justifique o custo do tratamento e os riscos ao homem e ao ambiente. Portanto, nessas condições, pode-se recomendá-lo sempre que existir possibilidade de retomo econômico.
Controle Biológico
O Controle Biológico é um processo natural que se constitui no controle de populações com o uso de inimigos naturais. Atualmente, o controle biológico é abordado com uma visão intra e inter-específica, onde seu uso contribui com o aumento da sustentabilidade dos agroecossistemas e com a preservação dos recursos naturais.
O controle biológico é um dos principais suportes do Manejo Integrado de Pragas (MIP), e caracteriza-se pela manutenção dos inimigos naturais existentes, ou pela criação e liberação de predadores, patógenos e parasitóides, sendo, a manutenção dos inimigos naturais feita, preferencialmente, pela aplicação de produtos seletivos, visando sua preservação a fim de se evitar possíveis desequilíbrios, com o aumento no surto dos insetos-praga.
O Controle Biológico destaca-se por ser um método seguro, permanente e econômico. Seguro, uma vez que muitos inimigos naturais são específicos, evitando-se assim o ataque de espécies que não sejam alvos. Permanente, desde que não sofra qualquer interferência, pois os inimigos naturais continuam a atuarem com eficiência por vários anos, sem que seja preciso a interferência humana. É um método relativamente econômico, pois, quando implementado, os inimigos naturais estarão presentes e pouco precisará ser feito, a não ser evitar práticas que o afetem.
Dentre as desvantagens, é que o controle biológico pode levar muito tempo para ser colocado em prática, em decorrência das pesquisas e de outros processos envolvidos na sua implementação, além de que, os resultados do uso de práticas de Controle Biológico não são tão rápidos como aqueles do uso de pesticidas, e a maioria dos inimigos naturais atacam somente tipos específicos de animais, ao contrário dos inseticidas de grande espectro.
O ideal seria a utilização do controle biológico em associação com inseticidas seletivos sem trazer danos ao meio ambiente, a saúde humana e a fauna benéfica. Fazendo-se essa associação, une-se o útil ao agradável, e dessa forma teremos resultados promissores!
Fonte: Grupo Cultivar

Controle de pragas: a evolução da dedetização e do manejo de animais sinantrópicos

Nem todo mundo sabe, mas a dedetização é um processo que existe e é oferecido por empresas especializadas na área há mais de 100 anos. No meio do século passado, inclusive, a atividade se popularizou por conta do sucesso do primeiro inseticida criado e utilizado, o
Diclorodifeniltricloroetano (DDT). Daí o uso de expressões como desinsetização e dedetização.

Na época, o DDT foi responsável pelo controle e combate (literal) de pragas em meios urbanos, impedindo que diversas espécies de insetos e vetores dominassem casas e outros tipos de propriedades. Entretanto, sem que muita gente soubesse, o DDT era também uma fonte de vários tipos de problemas de saúde – sobretudo, para os humanos.

Além disso, o famoso inseticida baseava-se na ideia de extermínio, conceito que, já há algum tempo, vem sendo radicalmente transformado e “corrigido” pelos profissionais deste segmento. A criação de novas fórmulas de produtos domissanitários tem contribuído bastante para este processo.

Aos poucos, o termo Controle de Pragas tem conquistado sua popularidade entre os contratantes deste tipo de serviço, ao mesmo tempo em que mostra suas diferenças no tratamento às espécies, sem perder sua efetividade na proteção dada aos ambientes controlados.

Um grande exemplo de evolução no setor, é a atividade de Manejo e Controle de Animais Sinantrópicos. Atraídas pelas condições de cada ambiente (temperatura, sujeira, alimentos), as espécies sinantrópicas se caracterizam justamente por sobreviver em locais considerados domésticos, onde encontram o habitat ideal para se instalar e reproduzir.

Logo, o aparecimento de “pequenos invasores” dentro de casa, é uma situação quase que comum no cotidiano dos moradores de grandes centros urbanos. Longe de ser um problema recente, o manejo de sinantrópicos já foi responsável pela eliminação de diversas espécies até que o procedimento fosse revisto e novas técnicas incrementadas.

A dificuldade de uma simples pessoa em lidar com pombos, ratos e gambás em seu ambiente doméstico, por exemplo, demonstra a importância da instrução e da capacitação técnica de profissionais que possam solucionar o problema permanentemente.

Para isso, empresas como a rede Uniprag, com filiais espalhadas em todas as partes do país, prestam este tipo de serviço, desenvolvendo técnicas e soluções especiais conforme as orientações da ISSO 9001. Desta forma, quando animais sinantrópicos ou até peçonhentos são identificados em um local, o trabalho dessas empresas é contratado para resolver o problema da forma correta.

Fonte: Terra

Quase 80 árvores são cortadas por causa da infestação de besouro metálico em BH

Setenta e sete árvores já foram cortadas por causa da infestação de besouro metálico em Belo Horizonte. Outras 300 ainda devem ser retiradas, principalmente na Região Centro-Sul da capital.

O besouro metálico vem da região amazônica a acaba destruindo as árvores para se reproduzir. O ataque do inseto apodrece o tronco, causando o risco de queda.

“O adulto acasala, um macho e uma fêmea, e essa fêmea vai ovipositar, que é colocar o ovo nas árvores. Depois que esse ovo é colocado, uma pequena lagarta emerge. Ela vai entrar para dentro do tronco da árvore e vai começar a se alimentar do cerne daquele tronco. E aí tem o ciclo médio dela que é de um ano, entre o ovo até sair um novo adulto. E esse adulto sai, geralmente num período mais de verão, com chuva, acasala de novo e recomeça o ciclo de ataque desse inseto”, explica o engenheiro agrônomo Dany Sílvio Amaral.

Ele diz que o primeiro registro de árvore infectada é de 2013. A situação virou surto em outubro de 2016 e, no início deste ano, a prefeitura anunciou o corte de algumas árvores que estavam no caminho de blocos de carnaval porque elas poderiam cair devido à ação do besouro metálico.

O inseto ataca as mungubas e as paineiras. A prefeitura disse que, atualmente, 1.2 mil pés estão sendo monitorados em várias regiões da cidade. De acordo com o coordenador da Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, por enquanto, não existe um inseticida pra controlar a praga. A poda ou o corte é a única opção, segundo o órgão.

Nesta segunda-feira (20), foi dia de retirar três árvores na Rua Juiz de Fora, no Barro Preto. “Esse trabalho é feito dentro de um ciclo completo, que vai desde poda, à supressão, à recomposição do passeio. E o replantio da árvore no local depois de um período”, afirma o coronel.

Ainda segundo a Defesa Civil, depois do corte da árvore doente, é preciso esperar seis meses para que uma nova espécie seja plantada no local.

Fonte: G1

Se aparecer um inseto como este em sua casa, corra e procure a emergência

Por mais que várias campanhas governamentais e de ações comunitárias possam parecer eficientes contra insetos nocivos à #Saúde humana, nunca é demais os alertas que se possa dar a uma comunidade. Informações dos riscos à saúde definitivamente nunca serão excessivas. Afinal, quanto maior for a #prevenção, menores são as chances de #Doenças causadas por insetos se proliferarem entre as pessoas.

 No Brasil, um dos insetos mais “famosos”, por assim dizer, é o mosquito transmissor da dengue, o aedes aegypti, que além de transmitir a dengue, também é o responsável pela transmissão de febre Chikungunya e vírus Zika. Em função disso, grande parte do tempo e dinheiro gastos pelo Ministério da Saúde é investido no combate e prevenção do Aedes, que se prolifera de uma forma muito grande, caso os devidos cuidados não sejam observados.
Enquanto algumas pessoas não se importam tanto no combate e prevenção de insetos que podem ser prejudiciais à saúde, outras parecem quase que obcecadas quando se trata de ser ofensivo aos mosquitos. Atuam colocando telas nas janelas, compram venenos de todos os tipos e marcas e saem em defesa de si e de sua família.
Infelizmente não é apenas o mosquito transmissor da dengue que oferece algum tipo de risco à saúde humana, e não é só com ele que é preciso cautela, preocupação, combate e prevenção.
Existe no Brasil, e na maioria dos países da America Latina, um pequeno besourinho que pode se assemelhar a um mosquito inclusive, seu nome cientifico não é nada comum, Triatoma infestans, que adquiriu um apelido bem mais fácil de ser reconhecido: Barbeiro.
O barbeiro pode passear tranquilamente despercebido por uma casa, ameaçando causar danos à saúde extremamente graves. Seus hábitos são noturnos, e assim como os mosquitos, são sugadores de sangue. O nome da doença transmitida por ele é a Doença de Chagas, que pode atacar o coração, cérebro e outras partes do corpo.
Assim como o combate à mosquitos são realizados, a prevenção e atenção para com o Barbeiro também se fazem muito necessárias.

Polícia Federal suspende atividades em Curitiba para dedetização

A superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, localizada no bairro Santa Cândida, não terá expediente na sexta-feira (24), em razão de uma dedetização.

Todos os serviços – incluindo a emissão de passaportes – estarão suspensos até a segunda-feira (27), quando o atendimento volta à normalidade.

Os processos que estavam previamente marcados para esta sexta-feira, como a retirada ou confecção de documentos, foram todos reagendados para a próxima semana, segundo a PF.

A corporação ressalta que o serviço não altera a rotina dos presos da Operação Lava Jato que estão no prédio.

Fonte: G1

Temperaturas elevadas são propícias para escorpiões

O forte calor que está fazendo em Alagoas é propício à proliferação de pragas, entre elas o escorpião. Dessa forma, segundo Silvana Tenório, técnica do Programa de Combate a Animais Peçonhentos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), é necessário redobrar ainda mais os cuidados com a limpeza das residências, principalmente entre os meses de dezembro a maio.
Além de limpá-las, é necessário evitar o acúmulo de entulhos, já que o local onde se acumula lixo serve como criadouro desse aracnídeo, ainda segundo Silvana Tenório. “Os escorpiões gostam de locais escuros, quentes e úmidos. E quando a temperatura está alta, esse é o período que eles preferem para se reproduzirem”, explicou a técnica da Sesau.
Silvana Tenório ressalta que a limpeza das residências evita o surgimento de baratas, que é o principal alimento do escorpião. Para isso é importante limpar caixas de gordura e acondicionar bem o lixo. Com isso, evita-se o surgimento de baratas. “É necessário evitar o acúmulo de tijolos, telhas e restos de construção, pois esses materiais acumulam umidade local, que é apropriado para o escorpião”, ressaltou.
Crianças
Outra orientação passada pela técnica da Sesau são os procedimentos que devem ser tomados para reduzir os acidentes com crianças. Isso porque, principalmente na faixa etária entre zero e 15 anos, registra-se o maior número de óbitos no País.
“Os pais devem evitar deixar o berço encostado na parede ou o mosquiteiro arrastando no chão, pois o escorpião pode subir e causar o acidente com a criança. O mesmo vale para a cama e o lençol, que deve ser evitado o contato com a parede e o chão, para que o animal não suba na cama”, salientou Silvana Tenório.
Ainda de acordo com a técnica da Sesau, é necessário bater as toalhas antes de usá-las e verificar os sapatos antes de calcá-los. “É importante, também, tampar os ralos dos banheiros, uma vez que nestes locais acontecem a maioria dos acidentes com escorpiões”, afirmou.
Dados
Em 2016 foram registrados 6.828 acidentes com escorpiões em Alagoas, onde Maceió registrou 3.471 casos, representando o maior número entre os 102 municípios do Estado. Na sequência aparece Arapiraca, com 892 casos, e o município de Teotônio Vilela, com 360.
Tratamento
Dos quase sete mil acidentes com escorpiões registrados em Alagoas no ano passado, 95% deles foram leves, que podem tratados com a aplicação de uma medicação anestésica para diminuir a dor no local. No caso de um acidente com escorpião, o paciente deve procurar qualquer unidade de saúde para ser orientado.
“Nos casos graves e moderados, o paciente passa a sentir fortes dores de cabeça, náuseas e taquicardia. Nessas situações será administrado o soro escorpiônico”, explicou Silvana Tenório.
Em Alagoas os locais de referência para o tratamento de acidentes com escorpiões são Arapiraca, Delmiro Gouveia, Palmeira dos Índios, Piranhas, Penedo e Coruripe. Em Maceió, a população deve buscar atendimento em qualquer Ambulatório 24 Horas e, somente quando houver a orientação médica, o paciente será encaminhado para o Hospital Escola Hélvio Auto (HEHA).
Fonte: Primeira Edição

COMO ACABAR COM AS TRAÇAS

As traças são um dos tipos mais comuns de pragas domésticas e urbanas. São fáceis de identificar: na fase jovem, aparecem como larvas dentro de casulos achatados que ficam grudados em armários e paredes. Quando adultas, viram insetos que medem cerca de 1,3 cm.

A traça adulta pode medir até 1,3 cm, e na fase larval ela fica em um casulo (Foto: Wikicommons)

Há basicamente três tipos de traças: as que danificam roupas, as que preferem papeis e livros, e as que invadem embalagens de comida. Elas se alimentam de amido, açúcares e proteínas. Nas roupas, as traças buscam resíduos da escamação da pele, fios de cabelo e oleosidade do corpo. “Elas vão onde há mais transpiração e contato da pele com a peça de roupa. Por isso, o ponto mais comum dos furinhos na roupa é na área da barriga, em torno umbigo, onde há contato forte com tecido e, por isso, a transpiração por lá também é grande”, explica o biólogo e mestre em saúde pública da Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (Aprag) Sérgio Bocallini.
Está cansado de perder suas peças favoritas para essas pragas? Esqueça os métodos caseiros como usar extratos de cravo, lavanda, alecrim, entre outros. Segundo o especialista, só há um único método caseiro para acabar com traças: aspirar a casa, móveis e frestas de paredes. “Estes insetos se abrigam em armários, rodapés, sancas de gesso, e outros lugares que acumulam poeira e cabelo. Lá as traças têm alimento e abrigo para reproduzirem”, explica. Ele destaca ainda é preciso intensificar os cuidados nos períodos mais quentes do ano quando as traças estão mais ativas.
Outras formas de evitar traças
Roupas: o principal é não guardar as peças usadas de volta no guarda-roupa. Lave-as e coloque para secar ao sol, pois o astro é um excelente germicida e consegue eliminar os ovos.
Livros: periodicamente tire-os da estante e abra suas páginas. Limpe a estante ou armário e coloque-os novamente.
Alimentos: verifique a validade – os que estão guardados há mais tempo são mais propensos. No supermercado, fique atento à integridade das embalagens: se estiverem perfuradas, não compre, pois já podem estar infectadas.
A hora de chamar um dedetizador
Se mesmo com a aspiração e os cuidados acima as traças ainda aparecerem, é a hora de chamar um especialista. “Se o problema persistir, ou se a infestação for grande, é preciso contratar um dedetizador para aplicar inseticidas de controle”, indica Sergio Bucalini. Os produtos químicos não estão à venda para o consumidor, apenas para profissionais.
Fonte: Casa e Jardim

Estudo: contágio de dengue ocorre a até 200 metros de casa

A maioria das transmissões de dengue ocorre dentro ou perto de casa. Além disso, casos inter-relacionados acometem pessoas que moram a 200 metros umas das outras, distância equivalente a dois quarteirões. As descobertas foram publicadas nesta quinta-feira na revista científica Science.
Pesquisadores da Escola Bloomberg de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, sequenciaram os vírus de 640 infecções de dengue ocorridas entre 1994 e 2010, em Bangcoc, na Tailândia, em áreas com diferentes densidades populacionais. Eles, então, cruzaram as informações com um mapa da residência dos indivíduos afetados.
O resultado foi revelador. Entre as pessoas que viviam a até 200 metros de distância entre elas, 60% foram contaminadas pela mesma corrente de transmissão, isto é, por um vírus recentemente introduzido na área. Já entre aquelas que moravam a 5 quilômetros de distância, a corrente era semelhante em apenas 3% dos casos.
Combate ao Aedes aegypti
De acordo com os estudiosos, em uma mesma temporada de contágio, 160 correntes de transmissão diferentes circulam simultaneamente em Bangcoc. A diversidade é menor em áreas com maior densidade populacional.
Entender o processo de transmissão da doença pode ajudar a elaborar estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor de dengue, chikungunya, febre amarela e zika vírus. Algumas medidas possíveis são monitorar focos do inseto em locais de alta contaminação e vacinar os moradores nessas áreas. Em 2016, a dengue infectou cerca de 1,5 milhão de brasileiros e provocou mais de 600 mortes.
Fonte: Veja