Insetos na comida? Pode!

Não apenas pode como agora a presença dos insetos nos alimentos industrializados é regulada pela legislação brasileira.
Uma medida da Anvisa vai regulamentar a quantidade de fragmentos de insetos e pêlos de ratos presentes nos alimentos brasileiros. A medida aparentemente estranha visa estabelecer limites aceitáveis da presença desses insetos na comida que a gente consome. O ketchup, por exemplo, poderá ter até dez fragmentos por 100 gramas. Já os chás de camomila e de menta poderão ter até 2  insetos inteiros por 10 gramas do produto (mais ou menos uma caixinha com dez sachês de chá).
Como a gente já falou aqui a entomofagia é uma prática que vem sendo muito estimulada no mundo, e comprovadamente não faz mal à saúde quando tomadas todas as precauções necessárias na manipulação dos insetos para consumo. Tanto é que a Anvisa alerta as pessoas a não entrarem em pânico, pois a nova norma não atrapalha nossa vida nem coloca em risco nosso bem estar. Então da próxima vez que resolver reclamar do inseto na sua comida industrializada pense bem! O errado poderá ser você…
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Assista a reportagem completa sobre o assunto feita pelo jornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo.

Insetos nossos de cada dia

Quando você faz uma refeição fora de casa e encontra um inseto na sua comida, qual é a primeira reação? Parar de comer, gritar, reclamar, sentir nojo… varia de acordo com o seu grau de histerismo e aversão ao bichinho encontrado, certo? Pois bem! Você já ouviu falar nas cochonilhas?

Foto de um exemplar de cochonilha. Crédito: Wikipedia Brasil

Se você consome produtos industrializados com sabor e cor de morango, não tenha dúvida: você já comeu (ou comerá um dia) uma cochonilha. Esse pequeno inseto cientificamente conhecido como Dactylopius coccus é um típico predador de plantas, sendo considerado no Brasil uma praga de jardins e lavouras. Ok, mas o que ele tem a ver com a sua comida? Muito.
Uma reportagem publicada no site da revista Superinteressante explica que as cochonilhas são trituradas para virarem corante. Por quê? Porque essa foi a alternativa encontrada para conter a praga que não para de se multiplicar – certas cochonilhas têm o corpo revestido por uma casca dura que protege do contato com os inseticidas. E a solução parece se mostrar eficiente, pois são necessários muitos bichinhos para colorir uma pequena quantidade de alimento. Uma bola de sorvete de morango, por exemplo, precisa de 40 cochonilhas para ficar naquela cor rosadinha que abre nosso apetite. Além dos morangos, é claro.

Sorvete de morango servido em um prato com morangos em volta. Crédito: Banco de Imagens ShutterStock

Consumidora compra camarões e encontra barata

Por mais que não seja o ideal, infelizmente casos de insetos em alimentos têm se tornado cada vez mais comuns na mídia e em nosso dia-a-dia. Dessa vez aconteceu em João Pessoa, Paraíba, com uma administradora de empresas. Quando Karinine Cabral fez um pedido para viagem em um bar sua ideia era adiantar os preparativos de um churrasco levando alguns petiscos já preparados. Mas na hora de consumir o alimento veio a frustração e a vergonha: misturada aos camarões uma barata acabou com o apetite dos convidados.
Com a ajuda da internet a história se espalhou Brasil a fora até virar notícia nos grandes portais. A foto abaixo está circulando pela web e foi feita pela própria cliente, revoltada com a falta de atenção do proprietário do bar ao seu problema. Além de não ir ao encontro da consumidora no ato da reclamação, conforme ela mesma relatou, o dono do estabelecimento deu uma declaração polêmica ao site de notícias G1: “Ela voltou ao bar trinta minutos após levar a comida para casa, pedindo uma indenização aos garçons para que não divulgasse nas redes sociais ou levasse o caso para justiça. Qual a prova que ela tem de que esse inseto realmente estava dentro da quentinha?”.
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Depois de encontrar a barata no meio de sua comida, Karinine não hesitou em registrar um boletim de ocorrência numa delegacia e acionar por telefone a Vigilância Sanitária, órgão responsável por fiscalizar as condições de higiene dos estabelecimentos comerciais. Ao site de notícias G1 o gerente da Vigilância Sanitária de João Pessoa afirmou que o bar responsável pela venda dos camarões será totalmente inspecionado, verificando-se as condições sanitárias e a comprovação de uma dedetização. “Se foi um caso isolado, ele receberá uma notificação e um prazo para que as providências sejam tomadas. Se não for cumprido, existem advertências, multas e até a interdição”, disse o gerente.
E você? Vai esperar ter um problema assim para colocar a dedetização do seu estabelecimento em dia? Então entre em contato agora com a Insetan e faça seu orçamento!
Com informações do site G1.

Sobremesas de insetos

Depois que a ONU divulgou um estudo estimulando as pessoas a consumirem insetos, não param de surgir iguarias alimentares repletas de pragas. Dessa vez a novidade fica por conta das sobremesas.

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Você comeria um doce feito com insetos? E se ele fosse feito por um renomado chefe francês? No restaurante Aphrodite, em Nice (França), David Faure criou esse doce da foto acima, uma espécie de creme de milho com pequenos grilos.
Quem não tem medo de arriscar pode se aventurar por algo mais ousado, como essa sobremesa da foto abaixo. Decorado com gafanhoto caramelizado, o doce foi criado durante pesquisas de uma universidade da Holanda sobre as propriedades nutritivas dos insetos.

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Com informações do site de notícias G1.

Está com fome? Coma insetos!

A entomofagia é o hábito de consumir insetos, aracnídeos e outros artrópodes. Muito comum em algumas partes do mundo, como Ásia, África e América Central, esse hábito foi cogitado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como forma de combater o problema mundial da fome.
A ideia da ONU, através de sua Organização para Agricultura e Alimentação (FAO), é estimular as pessoas a introduzirem os insetos em sua alimentação como forma de suprir as necessidades diárias de proteínas. Além disso, o consumo de insetos poderia proporcionar a redução da produção de carne – uma preocupação ambiental já que esse mercado é responsável por cerca de 20% de todo o CO² emitido no mundo.
Consumir insetos pode ser um hábito saudável e ecologicamente correto. De acordo com a FAO cada 100g de lagarta seca contém 53 gramas de proteínas, alto valor energético e maior proporção de proteínas e gorduras do que carne de boi ou peixe. Em contrapartida, biólogos não são a favor da ideia e defendem a redução das áreas ocupadas pela pecuária para ocupação por plantações. O argumento desses profissionais é que seria necessário matar muitos insetos para alimentar os seres humanos, então nesse caso seria mais fácil consumir vegetais, que também possuem muitas proteínas e não são nocivos aos bichos que dividem o planeta com a raça humana.
Outra questão levantada pelos biólogos contra a expansão do consumo de insetos é que nem todas as espécies são comestíveis e algumas são até mesmo tóxicas. Além disso, a textura, cor e estrutura de alguns desses bichinhos não são muito agradáveis ao paladar humano.
E aí, arrisca um espetinho de larvas?

Fried Crickets and Larva
Espeto de grilos fritos e larvas. Está servido?
Crédito da foto: Corbis Images

Com informações do portal de notícias Terra

Clientes encontram insetos em alimentos do McDonald’s

Uma dedetização eficiente pode evitar grandes dores de cabeça, principalmente em empresas que vendem alimentos. Em São José dos Campos, São Paulo, dois clientes tiveram surpresas desagradáveis ao adquirem diferentes produtos no mesmo restaurante da rede de fast food McDonald’s. No início desse mês o investidor Rafael Vilard comprou no drive-thru um lanche para viagem, para consumir com sua esposa e seu filho. Ao terminar de comer as batatas fritas, ele encontrou uma mosca no fundo do pacote que segundo ele estava “frita e cheia de sal” (foto abaixo). O rapaz afirma ter voltado ao restaurante para reclamar com o gerente, que negou a possibilidade do inseto ter saído do estabelecimento na embalagem das batatas.

Mosca na batata do McDonald's

Outro caso semelhante aconteceu no mesmo restaurante em 25 de fevereiro. A estudante Viviane Renó foi ao McDonald’s com o marido e o filho para comemorar o aniversário da criança. A estudante comprou um refrigerante de 700 ml e quando a bebida já estava quase acabando seu esposo notou algo escuro na parede do copo. Ao abri-lo o homem encontrou uma barata morta boiando no líquido (foto abaixo). Além de reclamar no restaurante, Viviane Renó  registrou um boletim de ocorrência contra o estabelecimento. Mesmo apresentando o comprovante de dedetização do local à cliente, o McDonald’s não escapou da queixa de Viviane na Vigilância Sanitária. O órgão fez uma vistoria no local, mas não encontrou nenhuma irregularidade.

Mosca no refrigerante

Conte pra gente nos comentários: você já passou por uma situação assim? O que aconteceu e como você reagiu?
Com informações do site de notícias G1.

Espetinho de inseto


E voltamos a falar dos insetos na culinária. Antes da existência dos fast food e das fazendas, os insetos alimentaram caçadores pré-históricos do mundo todo. A entomofagia, ou o hábito de comer insetos, é ainda é praticada por milhões de pessoas em sociedades tradicionais, como a asiática e a africana. São fontes de alimento ricas em gordura e proteína e podem ser encontradas em abundância na natureza. Em países como a China, o Vietnã e o Camboja, os insetos são vendidos em barracas na rua, em restaurantes especializados e em mercados.
Quem visita Pequim encontra a iguaria em bandejas dispostas nos balcões. Lá espetinhos de escorpiões, baratas e besouros dividem o espaço com grilos, cavalos marinhos e estrelas-do-mar.
Vocês teriam coragem de provar?
http://pessoas.hsw.uol.com.br/12-comidas-estranhas1.htm

Conheça o Almanaque Papo de Praga e coma insetos


A proposta do Almanaque Papo de Praga é relacionar o dia a dia dos seres humanos e pragas urbanas a todo e qualquer tipo de material cultural (músicas, filmes, livros ou exposições de arte) espalhado pela mídia.
Para inaugurar ilustrar e explicar bem o título, trouxemos para vocês um assunto polêmico: Porque você deve começar a comer insetos. Antes de ficar com nojo, saiba que eles são essenciais para o futuro da alimentação. Muitos insetos podem ser tão nutritivos – e saborosos – quanto vários outros bichos que colocamos no prato todos os dias. “O nojo que nós, ocidentais urbanos, temos por esses seres é puramente cultural”, diz Bill Yosses, chef do badalado restaurante nova-iorquino Citarella.
Mas nada de largar o computador e sair em busca de bichinhos dentro dos armários de cozinha. Insetos podem estar contaminados por pesticidas e todo tipo de doenças. Se você realmente quiser encarar os cascudos, recorra a criadores. Além disso, algumas espécies contêm glândulas venenosas que devem ser retiradas ou neutralizadas com o cozimento em fogo alto.
Saiba um pouco mais sobre esse assunto clicando no link abaixo:
http://super.abril.com.br/alimentacao/comer-insetos-faz-mal-444541.shtml