Controle de Baratas BH – Veja 20 curiosidades que poucas pessoas sabem sobre as baratas

São nojentas, são resistentes e perigosas uma vez  que este inseto pode transmitir várias doenças. Isso todo mundo sabe. Por isso, buscamos e reunimos, em um único post, 20 curiosidades sobre as baratas. Veja:

  • O único lugar onde não existem baratas são nas calotas polares – ou seja, os extremos congelantes do planeta.
  • A espécie mais comum no Brasil é a Periplaneta americana, ou barata americana. O curioso é que, apesar do nome, ela se originou na África.
  • Das 5 mil espécies de baratas conhecidas, apenas 1% delas são consideradas pragas urbanas.
  • O registro fóssil mais antigo de uma barata tem por volta de 200 milhões de anos (prova de que elas conviveram com os dinossauros).
  • Enquanto um ser humano consegue suportar 12 vezes a gravidade da Terra, a barata é capaz de aguentar 126 vezes.
  • Baratas transmitem 32 doenças por bactérias (17 por fungos, 3 por protozoários e 2 por vírus). Quer uma ideia das doenças transmitidas por baratas? Então, aí vai: cólera, peste, febre tifoide, herpes, poliomielite, conjuntivite…
  • Embora viva uma média entre 5 e 6 meses – dependendo da espécie, é claro – uma única barata é capaz de deixar 800 descendentes.
  • Baratas correm tão rápido que, se tivessem o mesmo tamanho de um ser humano, atingiriam com facilidade a velocidade de 320 Km/h.
  • A audição da barata é tão sensível que ela é capaz de detectar a aproximação de outra barata, bem como pequenos tremores de terra (algo como 0,07 graus na escala Richter).
  • As baratas possuem pequenos pelos no abdômen que permitem detectar “vibrações” no ar e descobrir se algum inimigo (um chinelo, por exemplo) se aproxima. Essas vibrações também são percebidas através dos “pelos” das pernas.
  • As antenas funcionam como sensores gustativos, táteis e olfativos.
  • Algumas espécies de baratas podem sobreviver um mês sem uma gota d´água.
  • Baratas podem sobreviver vários dias sem a cabeça.
  • Baratas podem se arrastar dezenas de metros mesmo com as vísceras expostas depois de uma chinelada.
  • Se uma pata da barata for arrancada, ela pode recuperá-la em poucos dias.
  • Baratas não dormem, mas se recolhem durante o dia. Aliás, não custa avisar: se você costuma encontrar baratas durante o dia em sua casa, é sinal de que a população delas anda muito alta.

E atenção! Os próximos dois itens contêm informações que podem ser nojentas

  • Baratas podem roer os seus lábios enquanto você dorme.
  • Agora, uma curiosidade ainda mais nojenta (meeeesmo!!!!): baratas podem introduzir a cabeça nas narinas de uma pessoa para comer secreções.

Com informações de Mais Curiosidade
 

Baratas, seres com constante evolução | Controle de Baratas BH

Muitas pessoas têm medo delas e não é por menos, as baratas são seres que desde os primórdios do universo habitam a Terra e evoluem a cada dia para continuarem entre nós.
Com informações de The New York Times
As baratas são insetos milenares. Há relatos de que antes mesmo dos dinossauros habitarem nosso planeta, ancestrais das baratas já passeavam por aqui. Um fóssil de mais de 300 milhões de anos, descoberto por pesquisadores da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos. Lá descobriram que os antepassados das baratas tinham entre 8 e 9 centímetros. Portanto, se ao ver uma barata você chega a pular de susto, não precisa se preocupar, com esse  tamanho é bem provável que até mesmo um Tiranossauro Rex se assustasse com o inseto.
E desde então, em constante evolução. Mas qual seria o segredo das baratas para conseguirem sobreviver à todas as transformações climáticas e ambientais que o planeta passou e testemunharem tantas fases da história do mundo e chegar em forma ao ano de 2015? Muitas pessoas dizem que elas seriam as únicas sobreviventes em caso de um desastre atômico. Será que é verdade?
 

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A fama de que as baratas são ‘indestrutíveis’ é abordada em filmes como Wall-e, (Disney Pixar). Na história, o planeta terra é um país inabitável por causa da poluição causada pelo ser humano. Para sobreviverem, todos os seres humanos vivem em uma nave até que as condições de vida no planeta se estabilizem. Na foto, temos o robô EVA, uma sonda que vem à terra encontrar procurar sinais de vida. Eis que encontra uma barata que sobreviveu a toda a tragédia.

Tudo indica que esse mito tenha nascido na década de 1960, com o relato nunca confirmado de que baratas teriam sobrevivido às bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki.
Para responder esta pergunta e outras perguntas é necessário um pouco mais de pesquisas, mas o que é possível afirmar é que estes insetos estão em constante evolução e se adequando às adversidades do ambiente.
Há pouco tempo, o Pesquisador de entomologia da Universidade da Carolina do Norte, Jules Silverman detalhou à revista “Science” a vantagem ambiental obtida pela barata nas últimas décadas.
Para sobreviverem aos produtos químicos que tem açúcares como base para atraí-las, elas desenvolveram a habilidade de odiar o sabor doce. Segundo o pesquisador esta evolução vem acontecendo desde os anos 90. Elas desenvolveram uma aversão à glicose, o açúcar comumente depositado nas iscas. Isso, graças à uma mudança em seu sistema nervoso, que fez com que as elas sintam as substâncias doces como se fossem amargas.
Os impulsos elétricos do sistema nervoso da barata foram monitorados e foram descobertos dois tipos de células nervosas – uma responde a substâncias doces, outras, a amargas. Ao se aproximar de uma substância amarga, um sinal é enviado para que as baratas evitem este sabor. As baratas que sofreram esta mutação (ou evolução), passam a evitar também as substâncias com sabores doces.
“A aversão à glicose presente nas iscas deu às baratas uma vantagem em seu ambiente” destacou Eduardo Fox, pesquisador de biofísica da UFRJ, que não participou do estudo. “É este aspecto evolutivo, e não a resistência ao inseticida, que explica a mutação do animal.” E a pesquisa ainda demonstra como o inseto pode se desenvolver anda mais, porque, quando exposto à frutose, um tipo de açúcar mais caro, ele continua sendo atraído pelas armadilhas”, contou ao jornal O Globo.

Escorpiões assustam moradores de Belo Horizonte

escorpiao_amareloEm janeiro postamos aqui no blog um artigo sobre a morte de uma criança em Belo Horizonte causada pela picada de um escorpião amarelo. Agora o aracnídeo volta a preocupar os moradores da capital. De acordo com uma reportagem publicada essa semana no site do jornal Estado de Minas, somente em 2013 mais de 200 pessoas encontraram esse pequeno animal em suas casas e sete mortes já foram registradas. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) em janeiro e fevereiro desse ano foram atendidos 265 domicílios para controle de escorpiões. Além disso, segundo a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), entre agosto/2012 e fevereiro/2013 1.067 pessoas foram atendidas no Hospital João XXIII em virtude da picada de animais peçonhentos. Desse total estima-se que 65% tenham como causa a picada do escorpião amarelo, o mais comum na região Sudeste do Brasil.
Como já dissemos aqui no blog, na época de chuvas é quando ocorre o maior número de casos de escorpianismo. Então fique alerta! “Os escorpiões são animais que podem causar sérios acidentes, podendo até levar à morte a pessoa picada”, explica a bióloga Viviane Alves de Avelar, especialista em controle de pragas. Já que o mês de março é conhecido pelas águas que encerram o verão, é bom ficar ainda mais atento. Veja aqui quais os cuidados que você deve tomar para evitar o aparecimento dessa e de outras pragas indesejadas na sua casa.
 

Dengue deixa moradores de Minas Gerais em alerta

O grande aumento de casos da doença em um período curto de tempo está preocupando a população e as autoridades do setor de Saúde do Estado.
Os mineiros estão assustados com o aumento no número de casos de Dengue no estado, fator que tem preocupado as autoridades de saúde. Também não é pra menos: só nesses três primeiros meses do ano, até o dia 14/03, foram registrados 93.184 casos da doença, praticamente o dobro em relação a todo o ano passado, quando foram computados 46.681 casos. O número de mortes também cresceu: em 2012 foram 18 óbitos causados pela Dengue; em 2013 já são 23.
Os números também preocupam em Belo Horizonte. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a capital, que registrou 585 casos em todo o ano de 2012, já acumula 4.215 de janeiro de 2013 até agora. Outro dado que preocupa o poder público é o fato de 60% desses casos serem de Dengue Tipo 4, vírus que não aparecia em Minas Gerais há cerca de 30 anos. De acordo com especialistas em saúde, esse fator torna a população mais suscetível à doença em virtude da falta de imunidade.

Infográfico do jornal O Tempo mostra os números da Dengue em Minas Gerais e BH
Infográfico do jornal O Tempo mostra os números da Dengue em Minas Gerais e BH

Transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, a Dengue também não é novidade aqui no nosso blog. Desde o início desse ano já postamos três artigos específicos sobre o assunto. Além de representar um problema de saúde pública, o aumento nos casos de Dengue está afetando o dia-a-dia da população. De acordo com a reportagem de capa do jornal Estado de Minas de hoje, muitas empresas estão enfrentando desfalques em suas equipes de trabalho em virtude do contágio entre seus funcionários, o que afeta a capacidade de atendimento aos clientes e, consequentemente, as metas das organizações.
É importante lembrar que combater a Dengue não é apenas uma responsabilidade do poder público, mas de todos nós – até porque fica bem mais fácil se cada um fizer a sua parte. Veja na imagem abaixo algumas dicas simples de combate à proliferação do transmissor da doença. No caso da Dengue a prevenção ao aparecimento do mosquito é ainda mais importante, uma vez que foi diagnosticado através de pesquisas que o Aedes Aegypti aparentemente desenvolveu resistência a um princípio ativo presente na maioria dos repelentes comercializados no mundo, inclusive no Brasil. O velho ditado não deixa dúvidas: prevenir é melhor do que remediar.

dengue

Com informações do jornal Estado de Minas e do portal O Tempo Online.

Medidas preventivas contra pragas urbanas no inverno

Quando chega o inverno, além das usuais doenças respiratórias, nos preocupamos também com pragas urbanas que podem aparecer nessa época do ano. O verão é um período de maior problema por representar o acasalamento dessas espécies, por isso, é nas temperaturas mais amenas, principalmente no inverno, que o controle de pragas é mais eficiente. Continue lendo “Medidas preventivas contra pragas urbanas no inverno”

Belo Horizonte confirma 67 mil casos de dengue em 2010

Nesse período de calor e chuvas constantes, o número de casos de dengue pode aumentar. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, em Belo Horizonte, neste ano, até o mês de outubro, o número é de 67.904, com 15 mortes. Em 2009, foram confirmados 12.911 casos da doença e nenhum registro de morte.

Possivel foco de Dengue, água parada

A época específica do ano e mesmo a falta de cuidados da população contribui muito para a proliferação de Aedes aegypti.
Em março, o número de imóveis com focos de dengue chegava a 3,9%. Em outubro, caiu para 0,9%. Mesmo assim há vários bairros onde a situação é preocupante. A região da Pampulha tem o maior índice de infestação, seguida pelas regiões Leste e Nordeste. A partir de agora, os moradores das áreas mais atingidas vão receber ligações com orientações sobre como evitar a doença.
Só na região de Venda Nova foram confirmados 11.564 casos de dengue. De acordo com o Ministério da Saúde, Minas Gerais ocupa o segundo lugar no ranking nacional de crescimento da doença. Até julho deste ano, houve alta de 266% em relação ao mesmo período de 2009.
Acompanhe a tabela com as regiões e os números de casos abaixo: