Empresa se especializa na fabricação de alimentos com insetos

A entomofagia foi um assunto muito abordado em nosso blog no ano passado. Ele veio à tona principalmente após a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU) de que a alimentação a base de insetos é uma fonte de proteínas barata e sustentável.
A notícia rodou o mundo e movimentou o mercado de alimentação. E foi provavelmente de olho nesse nicho que a empresa francesa Micronutris se especializou na fabricação de comida com insetos.
Os produtos oferecidos pela Micronutris variam de doces a alimentos não perecíveis. É possível encontrar chocolates, macarons (um doce típico da França), biscoitos doces e salgados, aperitivos e farinha. Tudo com uma dose de grilos e larvas. E aí, arrisca uma degustação?

Coma insetos criados em casa

Primeiro a ONU sugeriu o consumo de insetos pelos humanos como forma de combate à fome mundial. Desde então o assunto é recorrente na internet, se desdobrando em entrevistas, artigos e até receitas que levam pragas como ingrediente principal. Se você acha que comer insetos é um hábito muito estranho, já imaginou uma criação caseira para consumo próprio?
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A ideia da designer Mansour Ourasanah foi batizada de Lepsis – consiste em uma espécie de “terrarium”, um objeto de acrílico e madeira para criação em casa de gafanhotos comestíveis. A engenhoca foi pensada para integrar o conjunto de eletrodomésticos típicos de qualquer cozinha, tornando a proposta de criar (e comer) insetos cada vez mais comum.
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Você gostou da ideia? Teria coragem de comer insetos criados em sua própria casa? Conte pra gente sua opinião nos comentários.
Com informações do site EXAME.com

Legislação de Boas Práticas para Serviços de Alimentação

O Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação, aprovado pela Resolução – RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004, abrange os procedimentos que devem ser adotados nos serviços de alimentação, a fim de garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado.
Essa legislação federal pode ser complementada pelos órgãos de vigilância sanitária estaduais, distrital e municipais, visando abranger requisitos inerentes às realidades locais e promover a melhoria das condições higiênico-sanitárias dos serviços de alimentação.