Toyota faz protótipo inspirado em inseto

A Toyota apresentou, na feira de tecnologia CEATEC Japan 2012, um dos protótipos mais inusitados que se tem notícia. Trata-se do INSECT (Information Network Social Eletric City Transporter, algo como veículo urbano elétrico ligado à rede de informações). Como o próprio nome diz, o modelo conceitual se parece um com inseto, com suas portas abertas para cima como se fossem pequenas e leves asas. Mas se você pensa que a aparência é o ponto mais interessante, precisa saber o que esse carro é capaz de fazer.
Por meio de sensores, comandos por voz e sofisticados sistemas eletrônicos, o INSECT pode deixar a sensação de que os ocupantes fazem parte do veículo, já que as portas são abertas a partir dos movimentos das mãos e braços e a partida é dada automaticamente depois que o rosto do dono é reconhecido. Vários comandos também podem ser enviados via internet. No mercado japonês, o revolucionário carrinho elétrico custaria o equivalente a US$ 12.500 se fosse fabricado em série.

Conheça o Almanaque Papo de Praga e coma insetos

A proposta do Almanaque Papo de Praga é relacionar o dia a dia dos seres humanos e pragas urbanas a todo e qualquer tipo de material cultural (músicas, filmes, livros ou exposições de arte) espalhado pela mídia.
Para inaugurar ilustrar e explicar bem o título, trouxemos para vocês um assunto polêmico: Porque você deve começar a comer insetos. Antes de ficar com nojo, saiba que eles são essenciais para o futuro da alimentação. Muitos insetos podem ser tão nutritivos – e saborosos – quanto vários outros bichos que colocamos no prato todos os dias. “O nojo que nós, ocidentais urbanos, temos por esses seres é puramente cultural”, diz Bill Yosses, chef do badalado restaurante nova-iorquino Citarella.
Mas nada de largar o computador e sair em busca de bichinhos dentro dos armários de cozinha. Insetos podem estar contaminados por pesticidas e todo tipo de doenças. Se você realmente quiser encarar os cascudos, recorra a criadores. Além disso, algumas espécies contêm glândulas venenosas que devem ser retiradas ou neutralizadas com o cozimento em fogo alto.
Saiba um pouco mais sobre esse assunto clicando no link abaixo:
http://super.abril.com.br/alimentacao/comer-insetos-faz-mal-444541.shtml

Artista polêmico cria mandalas com centenas de insetos mortos

Damien Hirst é conhecido por ser um dos artistas mais polêmicos do nosso tempo, responsável por obras sempre rodeadas de grande polêmica mais ou menos premeditada e com grande seguimento da mídia. Seu mais recente trabalho só contribui para sua reputação: em Capaneus, parte da série “Entomology” que Hirst trabalha desde 2009, apresenta centenas de espécies de insetos colocados em intrincadas formas geométricas e fixados com pintura doméstica brilhante.
Considerando-se que muitas pessoas acham insetos, aranhas e escorpiões nojentas ou até mesmo assustadores, é justo dizer que Capaneus não é uma obra de arte para os fracos de coração. No entanto, considerando as últimas “obras-primas” de Hirst, que incluem um diamante incrustado em um crânio de bebê, e uma instalação onde as larvas eclodem, ao lado de uma multidão de moscas que festejam a cabeça de uma vaca cortada em uma caixa de vidro, eu acho até que sua mais recente criação é um das menos controversas.
O estranho de tudo isso é que, diferente destes artistas geniais que vemos na nossa seção se arte, que ralam para caramba e em geral catam papel na ventania para comprar sua matéria prima, Damien é milionário, uma fortuna avaliada em 364 milhões de dólares conquistada vendendo estas bizarrices. O sujeito conseguiu até mesmo vender uma obra chamada “”casal morto fodendo duas vezes””, com um touro e uma vaca mortos flutuando em formol. Quem é que compra algo assim?
O seu trabalho mais polêmico e representativo foi o “The Physical Impossibility Of Death In the Mind Of Someone Living” (“Impossibilidade física da morte na mente de alguém vivo”), que nada mais era que um enorme tubarão tigre dentro de um cubo de vidro com formaldeído, vendido em 2004 como a segunda obra mais cara de um artista em vida, algo em torno dos dez milhões de dólares. Achou muito? Pois em Agosto de 2007, Damien vendeu por cem milhões de dólares, a obra “Pelo amor de Deus”, que consiste num crânio com mais de oito mil diamantes incrustados. O valor desta transação é o mais alto pago até hoje pela “obra” de um artista vivo.
Segundo o site do artista Inglês, o título deste último trabalho deriva do “Inferno de Dante”, que conta como o rei guerreiro Capaneus é atingido com raios e trovões pelas divindades irritadas quando é preso por desacato. Como o resto das obras da série “Entomology”,Capaneus alude ao interesse de Hirst com o século XIX, seu fascínio com a história natural e a ironia envolvida em ter que matar alguma coisa para chamar atenção da mídia.
A obra com insetos de Damien Hirst se parece muito com uma mandala budista colorida quando vista de longe, mas basta se aproximar para ver a verdadeira natureza dos materiais usados para criá-la. Se você não é muito melindroso, há uma versão de alta resolução com zoom de Capaneus no site oficial do artista, onde você também pode assistir a um vídeo time-lapse do processo de making-of.

Animação 'Bee Movie – A História de Uma Abelha' homenageia os Beatles

Você é fã dos Beatles, uma das mais famosas bandas da história do rock? Se sim, certamente já ouviu a célebre canção “Here Comes The Sun”. Conhecida mundialmente, a música composta por George Harrison foi lançada oficialmente em 1969. A canção já fez parte da trilha sonora de filmes como “Coincidências do Amor” (2010) e “Operação Cupido” (1998) e agora está na animação “Bee Movie – A História de Uma Abelha” (2007).
Usada como trilha de fundo, “Here Comes The Sun” é cantada no filme por Sheryl Crow, conhecida principalmente pelo sucesso “All I Wanna Do”. A música faz parte da cena final do filme em que Barry B. Benson, a abelha que decide processar os humanos, e seus companheiros voltam a polinizar as flores.
Mas essa não é a única referência à banda inglesa! Na cena em que o avião tenta pousar como uma abelha faria, o controlador de vôo usa uma frase em referência a “I Am the Walrus”, também dos Beatles.