Cuidado com os cupins

Existem quase 3.000 espécies de cupins descritas no mundo. Eles têm um papel importante no ecossistema já que comem detritos vegetais e conseguem revitalizar madeiras mortas. Mas se tornam um grande problema quando se estabelecem no meio urbano causando enormes prejuízos materiais. Os cupins podem destruir móveis, objetos, forros e há casos em que o problema é tão sério que essas pragas conseguem comprometer a estrutura inteira de uma casa. Quando é detectada uma infestação na residência ou empresa, o ideal é contratar uma empresa de dedetização.
Antes de tudo, deve-se encontrar uma dedetizadora confiável com equipe altamente especializada, que utilize produtos devidamente registrados e atestados pelo Ministério da Saúde. Primeiramente, o profissional irá fazer uma inspeção inicial no local para avaliar a intensidade da infestação e identificar a espécie, uma vez que há um tipo específico de inseticida e uma técnica específica para cada uma delas.
Quatro formas de saber se há alguma infestação são: observar se há asas próximo a objetos de madeira, se também há pó pelo local, se também há a presença de túneis de terra pelas paredes e mobiliários e também se a estrutura de alguma madeira estiver fragilizada, quebrando com facilidade.

Hora de eliminar os cupins

O clima quente favorece o processo reprodutivo dessas espécies de insetos.

Consideradas verdadeiras pragas urbanas, os cupins são os grandes vilões da temporada. Atraídos pelo calor e pela umidade, eles invadem as residências, sobrevoam as lâmpadas e deixam aquelas inúmeras asinhas dentro do apartamento. O ato de soltar as asas demonstra que os cupins já estão na fase adulta, e o próximo passo é o acasalamento. De acordo com a bióloga Silvane Dalpiaz do Carmo, educadora ambiental da Floram, o clima quente favorece o processo reprodutivo dessas espécies de insetos. A época da revoada, no entanto, acabou, mas eles continuam se alimentando em silêncio. Hora, portanto, de fazer um diagnóstico nos condomínios e iniciar o tratamento para evitar a próxima revoada.
De acordo com o especialista na área, Roberto da Gama Júnior, ela só deve acontecer no final da primavera e início do próximo verão. Até lá, as colônias de cupins – formadas por operários, soldados e rainha – vão se alimentando e destruindo o local que atacam, e só saem depois que consomem ou o móvel ou outro material. Nesse caso, o síndico pode se enganar e achar que a infestação é isolada, quando, na verdade, é apenas um sintoma do problema generalizado. Encontrar esses focos é o primeiro passo para controlar o inseto.
Há mais de 300 espécies de cupins só no Brasil, e cada um potencializa sua alimentação de forma diferenciada. Os que mais se adaptam às zonas urbanas são os cupins de madeira seca e cupins de solo ou subterrâneos.

Prejuízos

A infestação de móveis, apesar de causar prejuízos financeiros, não coloca em risco a segurança das pessoas. No entanto, quando a infestação está em telhados, forros ou estruturas de contenção pode ocorrer o enfraquecimento. Com o passar do tempo, a rigidez da madeira pode não conter o peso que deveria suportar. No caso do cupim de solo, podem ocorrer danos em fios elétricos, acarretando curto-circuito.

Causas

Para Silvane Dalpiaz, a presença de cupins em áreas urbanas se deve à pouca arborização presente nas cidades. Com a falta de habitat e alimento, os cupins procuram outros ambientes. E como nas residências há madeira disponível, eles então procuram se instalar. Outro fator apontado pela bióloga é a falta do seu predador. “Muitas aves se alimentam de cupins, e a diminuição delas nas áreas urbanas também contribui para o aumento dos insetos. Assim, temos de ter mais árvores em nossas cidades e em condomínios – para atrair mais aves livres e manter o equilíbrio das cadeias alimentares. E não se devem matar as lagartixas dentro das residências, pois elas comem os cupins”, ensina.
 
Como eliminar a praga:
– A melhor forma é entrar em contato com empresas especializadas, pois elas possuem técnica adequada e equipamentos para soluções satisfatórias. E o mais importante: sem agredir o ambiente ou colocar em risco moradores ou funcionários do condomínio. Recomenda-se que ao primeiro sinal de vestígio, o responsável entre em contato com uma empresa prestadora de serviço, pois é mais simples eliminar uma colônia nova. Colônias mais antigas apresentam galerias mais longas, fato que dificulta a penetração do produto, e consequentemente a eliminação.
– A utilização de inseticidas domésticos frequentemente elimina alguns indivíduos, e não a colônia ou ninho. Com o passar do tempo o uso indiscriminado desses produtos pode criar resistência, fazendo com que o produto se torne ineficaz.
Fonte: Marlon Santos – especialista em controle de pragas.
Cupins de madeira seca – fazem suas colônias em peças de madeira, podendo infestar livros ou até roupas caso estas estejam em ambiente propício para sua alimentação, abrigo e proliferação. A presença de vestígios granulados em determinados pontos sinaliza a infestação. É importante estar sempre atento para esses vestígios. Normalmente são visíveis os orifícios circulares, como também a madeira esteticamente boa, no entanto oca.
Cupins de solo – estes normalmente fazem suas colônias no solo, no entanto podem também construir colônias em telhados, rebocos ou até mesmo em caixas de energia. Fazem canaletas para se proteger da luminosidade, e utilizam frestas ou até conduites para transitar. Nem sempre essas canaletas são visíveis, ou refletem a real dimensão da infestação. Também pode ser sinal de infestação a presença de resíduo, aparentemente areia, saindo de tomadas ou frestas da construção.
Fonte: CondomínioSC

Treinamento e Reciclagem Sentricon para a equipe específica de cupins

A Insetan está sempre buscando levar a seus funcionários oportunidades de atualização com qualidade. Isso porque, preocupada em estar em sua melhor forma no mercado, a Insetan sabe que isso reflete na entrega de um serviço satisfatório a seus clientes.
No último dia 15/06, foi a vez de falarmos sobre cupins. Para promovermos a reciclagem da equipe específica de cupins, recebemos a bióloga especialista em cupins Edna Pereira, da multinacional Syngenta.
Edna falou se forma clara e detalhada sobre todos os aspectos biológicos das espécies de cupins, de suas diferenciações e identificações.
Além disso, a especialista falou também sobre as metodologias mais adequadas para o controle de cupins de madeira seca. Enfatizou toda a metodologia de controle de cupins subterrâneos por meio do processo de iscagem e descreveu todo o mecanismo de atuação da Isca Sentricon, sua ação e aspectos principais do processo de controle.
O encontro foi concluído com um debate sobre todas as questões e aspectos do desenvolvimento prático das atividades, com exposição de estudos de caso e discussões práticas das observações de campo.
Foi um dia e tanto!
Veja aqui as fotos:
edna e equipe da esquerda Edna equipe com Edna
equipe sentada a direita equipe sentada a esquerda

Como identificar um ataque de cupins

Exceto por uma equipe de dedetização, os cupins, às vezes, passam despercebidos. Esses pequenos insetos invadem nossa casa, entram em nossos móveis e, quando nos damos conta, eles já destruíram quase tudo. Por isso, para saber se estamos convivendo com uma infestação desta praga bem debaixo de nosso nariz, o olhar para a casa deve estar sempre atento aos detalhes.
 
É por meio dos pequenos sinais que identificamos problemas com o bichinho. Um deles é aquele pozinho amarelo em volta dos móveis. Ele indica a presença do cupim de madeira seca. Além disso, deve-se observar se há umidade, descamação, estufamento ou qualquer outra anomalia.
 
Ainda que nada substitua a visita de uma dedetizadora, de modo geral, podemos citar algumas ações simples que podem evitar / ajudar a identificar a prevenção de cupins.
 

  •  Evitar infiltrações.
  •  Sempre verificar sinais de infestação em molduras.
  •  Manter os móveis afastados das paredes.
  •  Fazer limpezas frequentes no chão, nos móveis e nas paredes.
  •  Sempre que possível, passar verniz nos móveis de madeira.

Sistema Sentricon: inovação para proteger a sua casa

Ninguém gosta de conviver com cupins. E quando falamos sobre o melhor jeito de dedetizar um local infestado, é no Sistema Sentricon em que pensamos.

A premissa do Sentricon é atingir os cupins nos lugares onde vivem. O sistema desenvolvido pela Dow AgroSciences elimina completamente as colônias de cupins que se encontram no subsolo. Para isso, o Sistema Sentricon se utiliza de uma tecnologia baseada no manejo integrado que não causa transtornos nem prejuízos durante sua implementação.
 
O Sistema Sentricon é muito mais que um produto de combate aos cupins. Trata-se de um inovador conjunto de componentes capazes de propiciar uma proteção duradoura ao ambiente. Ele oferece comprovado controle e proteção a longo prazo contra danos causados pelos cupins.

Dedetizador diz que sabor e não dureza da madeira que "espanta" cupim

No debate da Super Manhã desta sexta-feira (2), especialistas discutiram os riscos e como se prevenir do ataque de bichos, pragas e insetos. Os convidados para debater o assunto foram o veterinário Doralécio Lins e Silva, dedetizador e médico veterinário, Disraeli Patrício, e o médico Américo Ernesto.
O dedetizador explica a forma de proliferação do cupim. “Cupim costuma ter revoada na época de reprodução. Ele voa, perde as asas e cai no solo e faz acasalamento procurando fazer novas colônias. Depois daí ele procura infestar os imóveis”, disse.
Segundo Disraeli, tudo a base de celulose o cupim come. Ou seja, não só madeiras. “Papel, papelão, couro, isopor, tecido. Ele come tudo”, exemplificou. O combate ao cupom é difícil. “É difícil porque a fêmea quando cruza estende o abdômen e só faz botar ovos. Ela fica inerte, parada. Tem literatura que diz que ela bota 10 mil ovos por dia e outras literaturas que ela coloca 50 mil ovos por dia”, destacou, orientando que o controle é feito a partir do momento que se coloca veneno na madeira.
Ele diz que a “madeira que cupim não rói” não é por conta da dureza dela, mas sim por conta do gosto.
Fonte: Rádio Jornal

Igreja da Madre de Deus faz campanha para restaurar telhado

A Igreja Madre de Deus está em campanha para fazer a obra de recuperação do telhado e a descupinização do templo católico, localizado no Bairro do Recife. De acordo com o pároco, padre Rinaldo Santos, o serviço está avaliado em R$ 76 mil, com a substituição de telhas e madeiras. Desse total, ele já conseguiu levantar 50%.
Por causa da infestação de cupins, que atacou ripas e caibros, parte do telhado cedeu e telhas foram destruídas, informa o pároco. A empresa que vai executar a obra já está contratada e o prazo previsto para conclusão é de três meses. “Pretendemos começar o trabalho na última semana de novembro ou no início de dezembro”, diz padre Rinaldo Santos.
Ele avisa aos fiéis que não haverá necessidade de interditar a igreja e as atividades religiosas estão mantidas. Recentemente, o pároco promoveu um jantar beneficente em prol da obra. O próximo evento, ainda sem data, será uma exposição de quadros doados por artistas plásticos. A ideia da igreja é produzir gravuras com os desenhos, assinadas pelos artistas, e vender ao público.
“Depois, vamos fazer um leilão com os quadros. São cerca de 12 peças”, afirma o padre, acrescentando que participarão da mostra artistas como Tereza Costa Rego, José Cláudio, George Barbosa, Roberto Ploeg, Alberto Simões, Antônio Mendes, entre outros.
Além do telhado, o prédio tombado como monumento nacional apresenta outras avarias. “Precisamos restaurar imagens de santos, a porta principal e os sinos. Tivemos de escorar um sino para não cair”, destaca. O piso de madeira do consistório, no primeiro pavimento, está infestado de cupins.
“Nos últimos anos fizemos pequenos reparos, para manter o prédio seguro. Agora vamos executar uma obra de maior porte”, avalia o religioso. Colaborações em dinheiro podem ser depositadas na Caixa Econômica Federal, agência 0050, operação 003 e conta corrente 4258-4, em nome da Paróquia São Frei Pedro Gonçalves. O código do banco é 104. O CNPJ da paróquia é 01709540/0001-01.

SÃO JOSÉ

Também no Centro do Recife, a Igreja Matriz de São José continua à espera de ajuda para a obra completa de restauração do prédio. A edificação foi interditada pela Defesa Civil em março de 2008. Na época, a intervenção era avaliada em R$ 900 mil. “Depois de sete invernos sem nada ser feito, os danos se agravaram e o trabalho está custando entre 5 e 6 milhões de reais”, declara José Bezerra, sacristão da igreja.
O telhado vem desabando aos poucos, levando o forro junto. “Quando chove, a água entra no prédio e molha tudo, os ossuários estão sendo atingidos”, diz o sacristão. O piso de madeira do primeiro andar está danificado em vários trechos. Afrescos no arco da capela expostos a sol e chuva começam a se estragar. A pintura de um apóstolo que decorava uma das colunas da nave desabou no chão, devorada por cupins.

“São 12 colunas na nave e em cima de cada uma tem a figura de um dos apóstolos. Tudo está se acabando”, observa José Bezerra, que trabalha no templo católico há 34 anos. Árvores cresceram num dos corredores laterais, no primeiro andar, no local onde o telhado desabou. Telhado e forro também ruíram na sala de reuniões, no primeiro piso.
José Bezerra lembra que a obra de restauração do imóvel está atrelada ao Projeto Novo Recife, previsto para o Cais José Estelita, na área central. “Seria uma medida mitigadora. As empresas iriam bancar o serviço, mas até hoje só tivemos reuniões”, afirma. A igreja mantém uma conta na Caixa Econômica Federal para doações: agência 1294, operação 003, conta corrente 3839-0. “O dinheiro arrecadado só paga as contas de água, luz, telefone, IPTU e INSS”, assegura ele.
Depois da interdição, as missas são celebradas na Capela da Santíssima Trindade, na Avenida Dantas Barreto, 1239, no Centro da capital pernambucana, todo domingo às 9h. Outras cerimônias devem ser agendadas com a igreja.
Fonte: JC Online

Ataques de cupins comprometem até a estrutura dos imóveis

Cariocas devem ter ainda mais cuidados em função das características da cidade

 
Nunca subestime um rastro de cupim. Num trabalho quase sempre silencioso, estes insetos são capazes de comprometer móveis e estruturas inteiras de uma moradia. E, quando são descobertos, é possível que já estejam no local há mais de três anos. Por essa razão, a prevenção ainda é a arma mais poderosa contra essa praga.
As recomendações são ainda mais extremas para quem vive no Rio. A cidade oferece condições que esses animais adoram, como a mata que se mistura com os bairros e a umidade. O biólogo e proprietário da Rodantech Dedetizadora, Vinicius Rocha, conhece bem as consequências disso. Dentre as dez pragas que a empresa combate, 30% das demandas são por ataques de cupim.
— São de 40 a 70 chamados por mês — afirma ele. — E agora, com a chegada da primavera, aumenta a incidência, já que nos dias mais quentes começam as revoadas. Neste momento, eles estão na forma daquelas aleluias que ficam em volta da luz. Muita gente vê esses bichos e nem sabe que é cupim.
Rocha explica que há duas espécies mais recorrentes na cidade. A Cryptotermes brevis é aquela que ataca a madeira seca e mantém a sua colônia dentro das peças. Conforme os insetos se alimentam, geram fezes no formato de pequenos granulados, aquele “pó” comumente reconhecido como um indicativo de cupim.
Tal espécie, porém, tem um apetite menos voraz do que a segunda, a Coptotermes gestroi. Estes animais correspondem a 65% dos casos de infestação, de acordo com Rocha, e têm hábitos subterrâneos. Mas também podem formar outras estruturas de colônia nas edificações.
— Eles desenvolveram a habilidade de se instalar dentro da alvenaria, enquanto buscam pela celulose encontrada em peças fixas, como armários, portais e suportes de telhado — descreve Rocha. — E uma vez que entram num prédio de cem apartamentos, por exemplo, conseguem migrar muito rapidamente pelo meio de instalações elétricas ou paredes, formando túneis construídos com fezes, restos de alimentação e areia do solo.
A veterinária Francinea Souza acrescenta que frequentemente os cupins também fazem esse caminho em busca de alimento através de conduítes, o que causa ainda mais problemas aos imóveis afetados.
— Ao passarem por estes locais, os bichos produzem uma substância ácida que, somada a restos de fezes e saliva, causa grandes danos ao cabeamento elétrico, acrescentando o risco dos curtos-circuitos à lista de danos — descreve ela, que atua como gerente de pesquisa e desenvolvimento da empresa de inseticidas Dexter Latina. — Além disso, quando são altas, as infestações podem comprometer toda a estrutura ou o alicerce da construção, condenando o imóvel pelo consequente risco de desabamento.

INSETO DEMOCRÁTICO
O supervisor das equipes de controle de cupins da Insetizan, Geraldo Aragão, conta que existe uma máxima antiga entre as empresas do setor de que existem dois tipos de imóveis: os que já sofreram ataques do inseto e os que ainda vão sofrer.
— Não há um padrão de estruturas suscetíveis a ataques de cupins. Consideramos o inseto um dos mais democráticos que existem, pois atacam imóveis de variados tamanhos, das mais diversas classes sociais e regiões geográficas — diz ele, do alto de seus 46 anos de experiência no assunto.
Por isso a prevenção é tão importante. Como opina Vinicius Rocha, os brasileiros ainda não adotaram a cultura de se antecipar ao problema e, muitas vezes, acabam pagando um alto preço por isso.

Cuidados podem evitar a presença dos insetos – Editoria de arte

— A maior parte da demanda ainda é por serviços curativos. Numa rápida comparação, um armário de cozinha que custou R$ 5 mil reais pode ser totalmente destruído pelos insetos, até que a infestação seja descoberta. Enquanto isso, um trabalho preventivo teria custado aproximadamente 15% do valor do móvel — compara Rocha.
A tradutora Paula Cabral de Menezes tomou um susto quando descobriu os danos que uma colônia de cupins havia causado em sua casa. Ela mora num imóvel construído há mais de cem anos, onde a caixa d’água fica apoiada em uma estrutura de madeira sob o teto da cozinha. E foi exatamente esta base o alvo dos insetos.
— Notei um vazamento de água e pedi a um vizinho para checar. Durante a inspeção, ele também descobriu como a madeira que sustentava a caixa estava tomada por cupins — relata ela. — O recipiente é de cimento e comporta 500 litros. Se o problema não fosse solucionado a tempo, a estrutura poderia desabar com consequências drásticas.
Ela não fazia um trabalho de prevenção contra a praga há mais de cinco anos e desembolsou R$ 2.200 por uma dedetização em toda a casa.
— Se essa caixa tivesse caído, poderia ter matado alguém. Temos que ficar sempre atentatos, inspecionando tudo. Principalmente as madeiras que ficam mais escondidas — comenta Paula.
PRODUTO INFLAMÁVEL
Apesar de os serviços de descupinização não serem baratos, tentar acabar com uma colônia por conta própria pode não ser uma boa ideia. Quem faz o alerta é o engenheiro florestal Norivaldo dos Anjos, professor de manejo integrado de insetos florestais da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais.

— As espécies têm modos de vida diferentes, e um leigo não sabe como agir em cada caso — justifica ele.
O professor destaca também que algumas empresas vendem produtos adulterados, os quais oferecem risco à vida das pessoas, durante a aplicação.
— Há compostos à base de querosene que são altamente inflamáveis. Caso entre em contato com uma faísca na rede elétrica, podem causar grandes incêndios — alerta ele, citando o caso da Igreja Nossa Senhora do Carmo, em Ouro Preto, que foi incendiada por causa deste produto. — Além dos riscos, como o querosene evapora rapidamente, a substância tem efeito imediato, mas não residual.
Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/ataques-de-cupins-comprometem-ate-estrutura-dos-imoveis-20169774#ixzz4QBsGJxmJ

Como o Sentricon é instalado?

O Sistema Sentricon é uma tecnologia revolucionária usada no controle de cupins. Ainda novidade no mercado, seu uso e instalação ainda é alvo de muitas dúvidas por parte do público geral. Uma das maiores é a respeito de como o sistema é instalado no local em que se deseja combater estes insetos. Para responder perguntas, confira este passo a passo usado na hora da instalação do Sentricon:
1- Antes de tudo, a estrutura a ser tratada (seja ela uma residência, um edifício, comércio ou indústria) deverá ser inspecionada buscando sinais de infestação por cupins subterrâneos.

2- Estações Sentricon deverão ser colocadas no solo ao redor da estrutura.
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3- As Estações serão então inspecionadas frequentemente procurando detectar qualquer indício de atividade termítica.
4– Quando cupins são encontrados em uma ou mais estações, eles deverão ser transferidos para o tubo-isca que contém a isca a base de hexaflumuron – Recruit* II, que é então colocada na estação.
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5- Os cupins capturados irão se alimentar na isca, retornando à colônia para alimentar outros indivíduos e recrutar novos operários para também se alimentarem na isca. Conforme este processo avança, a colônia começa a declinar até que é finalmente eliminada.
6- Após a eliminação da colônia, a isca é substituída novamente pelos Dispositivos de Monitoramento. O Operador Autorizado poderá, assim, inspecionar continuamente para detectar a invasão de uma nova colônia na área tratada.
7- Se a estrutura apresentar infestação por cupins na parte interna, o uso do Recruit AG, a isca aérea, será necessário. O seu Operador Autorizado irá fazer a inspeção e determinar o melhor local para colocá-la. Recruit AG é utilizado para complementar o uso de estações terrestres nos locais onde o ataque de cupins for visível.
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O sistema Sentricon

Para entender como funciona o Sistema Sentricon, primeiramente devemos entender algo sobre o comportamento dos cupins. Essas pragas urbanas têm um sistema de comunicação baseado em feromônios. Com essas essências, eles marcam as trilhas que levam aos alimentos direcionando e recrutando outros indivíduos para se alimentarem em determinados locais. Levando em consideração esse comportamento, o Sistema Sentricon age num esquema de autorrecrutamento, que consiste na captura e colocação dos cupins dentro de um tubo-isca.
 
Outro conceito revolucionário do Sistema Sentricon é que ele permite o monitoramento e a inspeção durante o controle, a fim de assegurar que as estruturas continuem a ser protegidas após a eliminação das colônias. Assim, quando cupins são encontrados no dispositivo de monitoramento, o mesmo é substituído pela isca contendo o ingrediente ativo. Com a eliminação dos cupins, após as inspeções periódicas, a isca é removida do local e o processo de monitoramento continua.
 
O Sistema Sentricon, por possuir métodos que foram cuidadosamente pesquisados e desenvolvidos, é o único sistema de iscagem que provou eliminar colônias inteiras de cupins, possibilitando uma efetiva prevenção e controle curativo de cupins.