Praga do Verão: Pernilongos

Praga do Verão: Pernilongos

É no verão que as Pragas Urbanas mais incomodam. Por isso, neste período de altas temperaturas e de grande incidência de insetos, aracnídeos e roedores, o Blog da Insetan produziu a série “Pragas do Verão”. Nesta semana, falaremos sobre os insetos considerados mais inconvenientes: os pernilongos.

O zumbido do pernilongo, que o homem só pode ouvir se estiver perto, é ouvido por outro pernilongo a 30 metros de distância. Por serem hematófagos (insetos que se alimentam de sangue), os mosquitos estão entre os maiores transmissores de doenças. De acordo com a Médica Pediatra Ana Escobar, em sua coluna no portal G1, existem dois tipos principais de pernilongos que são mais comuns no Brasil, o Aedes aegypti, e “o pernilongo chamado de Culex quinquefaciatus, ou simplesmente Culex, como é mais conhecido, que também pode transmitir algumas doenças.”

A fêmea é a responsável pelas picadas e por transmitir a Dengue, a Febre Chikungunya, a Malária, a Febre Amarela e tantos outros males. Ela precisa de sangue antes de reproduzir-se. Para isso, ela conta com uma estrutura chamada de “probóscide de sete sub-seções (bico que ela usa pra sugar o sangue)”. Esta estrutura funciona como uma seringa de injeção de dois sentidos, um para sugar o sangue, outro para injetar a saliva anticoagulante. Caso a mosquito-fêmea seja portador de algum parasita, ela transmite a doença para a pessoa que está atacando. A boca do macho é muito fraca para dar a picada, por isso, ele se alimenta apenas da seiva das plantas.

No dia seguinte à picada, exibimos a consequência física do ataque: bolinhas vermelhas espalhadas pelo corpo. “Coçam muito. De tanto coçar, podem infeccionar com bactérias da pele. Algumas pessoas, crianças, principalmente, têm alergia à sua picada. Fazem uma lesão conhecida por estrófulo, que se caracteriza pelo aparecimento de várias bolinhas vermelhas pelo corpo semelhantes às da picada”, lembra a coluna da média Ana Escobar, no G1.

Com informações da Coluna da Dra. Ana Escobar, no G1

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